Cap 01 – No deserto do Sinai, o Senhor ordenou que fizesse a contagem dos homens de 20 anos para cima para o serviço militar. Foram chamados os líderes das famílias e o total da soma 603.550, foram os seguintes: Rúben: Elisur, filho de Sedeur, 46.500; Simeão: Selumiel, filho de Zurisadai, 59.300; Judá: Nasom, filho de Aminadabe, 74.600; Issacar: Netanel, filho de Zuar, 54.400; Zebulom: Eliabe, filho de Helom, 57.400; Efraim: Elisam, filho de Amiúde, 40.500; Manassés: Gamaliel, filho de Pedasur, 32.200; Benjamim: Abidã, filho de Gideoni, 35.400; Dã: Aiezer, filho de Amisadai, 62.700; Aser: Pagiel, filho de Ocrã, 41.500; Gade: Eliasafe, filho de Deuel, 45.650; Naftali: Aira, filho de Enã, 53.400. A tribo de Levi não foi contada para a guerra. O seu serviço era montar e desmontar a tenda do santuário, e transportá-la com os seus utensílios. Apenas os levitas ficariam ao redor da tenda, quem aproximasse de outra tribo morreria.

Cap 02 – Todas as tribos armariam as suas tendas ao redor do Santuário e ficariam de frente, se dividiram da seguinte maneira: Do lado leste as tribos de Judá, Issacar e Zebulom no total: 186.400, o chefe do grupo de Judá; do lado sul as tribos de Rúben, Simeão e Gade no total: 151.450, o chefe do grupo de Rúben; do lado oeste as tribos de Efraim, Manassés e Benjamim no total: 108.100, o chefe do grupo Efraim; e do lado norte as tribos de Dan, Aser e Naftali no total: 157.600, o chefe do grupo Dan. Os levitas estavam no meio das 12 tribos, os quais os 4 grupos partiriam com suas bandeiras para a caminhada.

Cap 03 – Moisés e Arão eram da tribo de Levi. Os descendentes de Arão, Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar. Arão e seus filhos foram escolhidos para serem sacerdotes, mas, Nadabe e Abiú morreram pelo fogo estranho oferecido. Os levitas foram separados, escolhidos pelo Senhor e serviriam aos sacerdotes. Os sacerdotes cuidariam dos serviços religiosos do santuário, os levitas da parte operacional para o transporte, montagem e desmonte. Nenhum homem poderia servir no serviço religioso, se não morreria. Os levitas foram dados pelos primogênitos do povo, lembrando a 10º praga do Egito. Levi tinha 3 filhos, que são Gerson, Coate e Merari. Os gersonitas no lado ocidental eram responsáveis pelo transporte da cobertura do tenda. Os Coatitas no lado sul, transportavam a arca, a mesa, a candelabro e os altares. Os Meraritas no lado norte, foram responsáveis pelo transporte das placas, colunas, estacas e cubos do santuário. A soma dos levitas foram: gersonitas 7.500; coatitas 8.600 e meraritas 6.200. A contagem dos levitas foram de um mês acima para regastar os primogênitos, porém, excedeu em 273. Logo, pagou o valor total de 15 kilos e meio de prata, e foi entregue no santuário para Arão e seus filhos.

Cap 04 – Os deveres por grupo dos levitas foram designados, que seriam orientados pelos sacerdotes e supervisionados. Os coratistas eram supervisionados por Eleazar, tendo expressamente a ordem de não entrar no santuário, não ver os objetos sagrados para não morrer. Os gersonitas e meraritas são supervisionados por Itamar. A idade de serviço de 20 a 50 anos para esse serviço. Foram contados: Coatitas: 2.750, Gersonitas: 2.630 e Meraritas: 3.200, total: 8.580.

Cap 05 – O Senhor Deus falou a Moisés que ordenasse aos israelitas que tirassem dos acampamentos todo o leproso ou impuro. Se alguém cometesse um pecado contra o seu próximo, confessando-o, devia restituir o valor do prejuízo mais um quinto do valor original e levar perante o sacerdote uma oferta de culpa como expiação. Caso o reivindicador tenha falecido e não tenha deixado herdeiros, os pagamentos são feitos para o sacerdote. Se um marido suspeitasse de que a sua esposa lhe fosse infiel, deveria se apresentar perante o sacerdote com a sua queixa e então o sumo sacerdote tomava água santa e a misturava com pó do chão do santuário. A mulher fazia um juramento e devia beber essa água, se era culpada sofria danos com doenças no corpo. O seu juramento que ficava escrito num rolo, era apagado com água. Então, a mulher deveria morrer. Se era inocente, era abençoada com a maternidade.

Cap 06 – Todo aquele, homem ou mulher, que prometera se consagrar completamente ao Senhor por determinado tempo (um nazir), deveria se abster de beber vinho e bebidas fortes provenientes da uva. Deveria deixar crescer os seus cabelos e não teria contato com nenhum cadáver. Se o fizesse acidentalmente, se contaminando desta maneira, deveria rapar a cabeça, oferecer um sacrifício de expiação e começar novamente o tempo de nazareno. Quando terminava os seus dias de consagração, levava um sacrifício, rapava a cabeça e queimava os seus cabelos no fogo desse sacrifício. Os sacerdotes deveriam abençoar o povo com uma bênção especial: ”E que o Senhor te abençoe e te guarde! Faça o Senhor resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha compaixão de ti! Levante o Senhor o seu rosto sobre ti e te conceda a paz!”.

Cap 07 – O tabernáculo foi inaugurado no 1º dia de Nissan, depois do 1º ano da saída do Egito. Os príncipes das 12 tribos trouxeram donativos de carros e bois para transportar o Tabernáculo e os seus objetos. Também trouxeram como presentes, pratos, toalhas e copos de ouro e prata, de cada elemento, um por cada tribo e também animais para o sacrifício. Moisés escutava a voz do Senhor, que lhe falava desde cima da arca do Testemunho, entre os dois querubins.

Cap 08 – Houve a orientação do Senhor para o acendimento do candelabro que fosse feito por Arão, que iluminasse o espaço de frente. O Senhor ordenou um ritual de consagração para os levitas. Por motivo, que os levitas foram separados para o serviço no santuário. Aspergiria água sobre os levitas, raspariam o corpo, purificaria suas vestes, ofereciam animais para o sacrifício e oferta de cereais. O povo colocaria as mãos sobre os levitas, a fim de que oficializassem o serviço diante do Senhor. Os primogênitos dos filhos de Israel e dos seus animais pertenciam ao Senhor. Porém, os levitas foram entregues para substituí-los diante do Senhor. O chefe dos levitas seriam Arão e os seus filhos. O levita começaria o trabalho da idade de 25 anos até 50 anos. Após 50 anos poderia ajudar os seus irmãos, mas nãos seriam mais responsáveis.

Cap 09 – A Lei então descreve a celebração da Páscoa no 2º ano no deserto, se fundamenta com a oferta do cordeiro. No 1º mês (Nisã), no dia 14º todos celebrariam essa festa [meod (hb): data, tempo fixo, época]. No caso, se houvesse o estrangeiro entre os filhos de Israel, observaria todo o costume [Mishpat(hb): julgamento] e estatuto [Huqáh(hb): constituição: conjunto de normas que regem]. Aqueles que estavam impuros, pelo fato que tiveram contato com o corpo morto, não poderiam participar da celebração. Por isso, Moisés consultou ao Senhor, que afirmou que nenhum homem ficaria sem participar. Se no caso, aqueles que estavam puros não participassem, seriam extirpados do meio do povo. O Tabernáculo foi erguido, uma nuvem o cobriu e não o deixava. De manhã era a nuvem, a noite se tornava fogo. O tempo que a nuvem ficava parada, o povo permanecia acampado. A nuvem direcionava a viagem pelo deserto aos filhos de Israel.

Cap 10 – O Senhor ordenou que fizessem duas trombetas de prata. A finalidade foi para reunir o povo como congregação, reunir os príncipes do povo, para se organizar a saída dos 4º grupos de tribos na jornada pelo deserto. Ainda diante dos inimigos para que o Senhor viesse ajudá-los e livrá-los; e também nas solenidades festivas sobre as oferendas. Os sacerdotes estavam incumbidos de tocar as trombetas como estatuto perpétuo. No 2º mês, no 24º dia, a nuvem levantou, as trombetas tocaram, saiu do monte Sinai para o deserto de Parã. Foram conforme a ordem da caminhada, dividas em 4 grupos: 1º - Judá, Issacar, Zebulom; 2º - Rúben, Simeão, Gade; 3º - Efraim, Manassés, Benjamim; 4º - Dã, Aser, Naftali. Os 3 grupos de levitas: Gersonitas, Meraritas e Coraítas. Moisés propôs Hobabe ficasse e os guiasse pelo deserto. Porém, seu cunhado decidiu voltar a terra e sua parentela e não aceitou a oferta de Moisés. A arca ia à frente para marcar o lugar de descanso. Moisés sempre dizia: Levante Senhor e espalhe os inimigos. Quando parada, dizia: volte o seu rosto para Israel.

Cap 11 – As reclamações, queixas e murmurações desagradaram ao Senhor. Mandou fogo do céu e consumiu um grupo de pessoas. O grupo de outros povos que se juntaram a Israel no Egito, recordou da comida e suas casas na escravidão. Os filhos de Israel ficaram insatisfeitos com o maná, não se contentavam com porção diária. Quando Moisés orou ao Senhor, mostrou sua incapacidade diante todo aquele povo, e se desesperou. Senhor ordenou que selecionasse 70 anciãos para ajudá-lo liderar a nação. Retirou uma parte do Espírito que estava sobre Moisés e os deu. Deus enviou um enorme bando de codornas, para que comesse até ficar com nojo. O Senhor se irritou e mandou uma epidemia, aqueles que haviam reclamado da falta de alimentos, morreram.

Cap 12 – Houve uma discórdia de Arão e Miriã contra Moisés, por causa da sua mulher cusita. Moisés era manso, fiel, amigo de Deus que via sua face. Não era como os profetas, que tinham visão ou sonho. Por isso, na reunião com os 3 familiares, o Senhor defendeu a Moisés. Castigou Miriã com lepra e ficou em quarentena fora do acampamento por 7 dias.

Cap 13 – O Senhor ordenou que Moisés enviasse 12 líderes das tribos para que espionassem a terra. Deveriam trazer informações sobre a terra, do povo que vivia ali, da condição do solo e das estruturas das cidades. Ficaram 40 dias, a terra era boa para plantio, encontraram um cacho de uva no local que chamava Escol, que precisava de 2 homens para carregá-lo, levaram romãs e figos. Viram os gigantes (Aimã, Sesai e Talmai) que descendiam dos Anaquins. Quando retornaram perante Moisés e Arão pois estavam no deserto de Parã, reconheceram que a terra emanava leite e mel, com grandes frutos. Observaram também a existência de grandes cidades fortificadas e relataram que os seus habitantes eram muito fortes, que seria impossível conquistar a terra de Canaã. No entanto, Josué e Calebe não concordaram com essa postura e atitude dos outros espias. Afirmaram que o Senhor daria a terra e deveriam continuar a marcha. Mas, notícias mentirosas foram proferidas entre o povo, dizendo: a terra consomem os que habitam e os seus habitantes era como gigantes e o povo como gafanhoto.

Cap 14 – O povo chorou de noite, gritaram e murmuraram contra Moisés, por motivo que seria melhor levantar outro líder e voltar para o Egito. Não ouviram as palavras de Josué e Calebe que os animaram para crer no Senhor e conquistar a terra. Por isso, o Senhor se irritou contra o povo, decidiu destruí-los. O Senhor falou para Moisés que dele, formaria uma nação mais forte. Porém, Moisés intercedeu para que o povo não fosse consumido. O Senhor condenou essa geração para morrer no deserto, durante 40 anos, os seus filhos entrariam na terra, apenas Josué e Calebe que tiveram um espírito diferente participariam dessa herança. Os 10 espias maldizentes morreram mediante uma praga. Depois o povo compreendeu o erro e quis subir à terra prometida, apesar de que Moisés os advertiu que o Senhor não os acompanharia e umas quantidades dos seus membros, obstinadamente, partiram e foram derrotados pelas tribos de Amaleque e Canaã.

Cap 15 – O Senhor ordenou que quando entrassem na terra, observassem os sacrifícios que seriam oferecidos. Não esquecendo das oferendas de cereais e a porção para os sacerdotes. Também as libações com óleo e vinho que seriam entregues. São ordenanças que seriam para suas gerações. O homem colheu lenha no dia de sábado, então, levaram até Moisés para que soubesse o que o Senhor ordenaria sobre esse delito. Mandou que apredejasse fora do acampamento. O Senhor ordenou que os homens fizessem nos 4 cantos da sua roupa franjas com cordão azul. Quando olhasse lembrassem os mandamentos do Senhor. É uma lei para todas as gerações do povo de Israel.

Cap 16 – Coré começa uma rebelião contra Moisés e Arão, pois dizia que tinham usurpado o poder do restante do povo de Israel. Ajuntou Coré com Datã e Abirão e 250 dos líderes de Israel rebelaram-se contra a autoridade de Moisés e Arão. Após tentar convencer os rebeldes a recuar, Moisés diz aos discordantes e a Arão para que cada um oferecesse incenso ao Senhor. A oferenda do escolhido seria aceita pelo Senhor, ao passo que os outros morreriam de morte não natural. A um pedido de Moisés, o Criador abre uma fenda para tragar Coré, Abirão e Datã, enquanto faz com que os outros líderes da rebelião sejam consumidos por um fogo. Quando o resto do povo reclama sobre a morte do grupo de Coré, irrompe uma peste, que mata 14.700 pessoas. Uma vez mais, Moisés e Arão intervêm, usando do serviço de incensário para evitar o desaparecimento do restante da nação.

Cap 17 – O Senhor propôs encerrar a murmuração do povo que se rebelava contra Moisés e Arão, a fim de que não morressem pela rebelião. Em razão disso, ordenou que um bastão inscrito com o nome de cada tribo fosse colocado no Tabernáculo, em frente ao Santo dos Santos. No outro dia, de manhã, o bastão da tribo de Levi, com o nome de Arão, brotou flores e produziu amêndoas maduras. Este sinal foi uma comprovação divina de que a tribo de Levi foi selecionada para o sacerdócio e confirmou a posição de Arão como Sumo Sacerdote.

Cap 18 – As responsabilidades específicas dos Levitas e Sacerdotes são citadas: os sacerdotes não podem ser proprietários de terras, mas deveriam receber seu sustento através de dízimos e outros presentes estabelecidos, mandados pelo povo, quando em serviço no Tabernáculo. Também ensina as leis dos primeiros frutos, da redenção do primogênito e de outros tipos de oferecimentos.

Cap 19 – O Senhor ordenou um estatuto da lei que constitui em buscar uma novilha vermelha perfeita, para queimá-la em holocausto e usar as cinzas na água, para purificar as pessoas que são contaminadas através do contato com um cadáver. Este mandamento muito especial nos ensina que uma pessoa deve ser purificada com o auxílio de outra, a qual esteja pura, e que no final do processo resultará no impuro se tornar puro e o auxiliar puro se tornar impuro!

Cap 20 – Passa 38 anos, para iniciar a descrição do que aparece imediatamente antes do povo de Israel entrar na Terra de prometida. A profetisa Miriam morre, e o povo fica sem água. Deus ordena a Moisés e a Arão que falem com uma rocha em especial, que produzirá água instantaneamente; em vez disso, Moisés golpeia a pedra com seu cajado, e Deus diz aos dois líderes que eles não entrarão na Terra Prometida. Depois, o rei de Edom recusa-se a deixar o povo de Israel passar, fazendo-lhes tomar uma rota mais distante. Arão morre e é sepultado no Monte Hor, e seu filho Eleazar o sucede como Sumo Sacerdote.

Cap 21 – Na caminhada do povo de Israel de Atarim, o rei cananita Arade ficou com medo, os atacou e levou alguns prisioneiros. Assim, Israel fez um voto ao Senhor para vencê-los e exterminá-los. O povo ficou angustiado pela caminhada que fazia, novamente reclamaram da falta de água, alimentos e ainda da libertação do Egito. Então, o Senhor enviou serpentes ardentes como praga, quem era mordido, morreria. O povo reconheceu o seu erro, o Senhor falou que Moisés fizesse uma serpente de bronze e colocasse na haste. Por isso, quem fosse mordido, olhava e era curado. O povo continuou sua marcha para chegar até a fronteira de Moabe e dos Amorreus, próximo ao rio Arnom que é a divisa entre os dois povos. Israel solicitou passagem pela terra dos amorreus, não, exploraria e nem abusariam dos seus benefícios, porém, o rei Seon não autorizou. Lutou com seu exército, foi derrotado pelos israelitas e tomaram a sua terra do Arnom até Jaboque. Enfrentaram o Rei Ogue de Basã, foram derrotados e tomaram sua terra.

Cap 22 – Balaque o rei de Moabe ficou com medo do povo de Israel, então, aliou-se aos midianitas. Ainda mandou chamar um profeta pagão por nome de Balaão filho de Peor da terra de Petor. Foi uma comitiva real para contratá-lo, porém, pediu que dormissem aquela noite, pois consultaria o Senhor para saber se poderia ir. Não houve autorização do Senhor, então, comunicaram a Balaque que enviou outra comitiva, para oferecer maior quantia financeira e ainda outras honrarias para Balaque. Tomou a mesma atitude de consultar o Senhor, e foi autorizado. Porém, na jornada o Senhor irritou com Balaão, colocou um anjo para matá-lo. A sua jumenta viu o anjo, e três vezes libertou da morte o seu dono. Balaão ficou com raiva e bateu no asno. O Senhor abriu a boca da jumenta para confrontar o profeta, o qual abriu os seus olhos e enxergou o anjo com a espada. Falou com Deus arrependido, mas, o Senhor permitiu sua caminhada até Balaque. Quando chegou Balaão, Balaque recebeu com uma festa, porém, no outro dia, Balaque levou Balaão para amaldiçoar Israel, na colina de Baal para ver o seu acampamento.

Cap 23 – Balaão pediu que construísse 7 altares, oferecesse 1 carneiro e 1 boi, a fim de que pudesse encontrar com o Senhor e perguntasse o que faria. As três profecias que ocorreram todas foram para abençoar a Israel e não amaldiçoa-los. Pelo fato, que o Senhor não mandou maldizer e sim bendizer, o Senhor não é o homem que retrocede, mas, promete e cumpri, não vai revogar a benção. Não pode haver feitiçaria e nem adivinhação entre o seu povo.

Cap 24 – Balaão entendeu que não podia amaldiçoar através do seu ritual de encantamento, agora, o Espírito de Deus veio sobre ele. Profetizou sobre o futuro das tendas de Israel, da Estrela que vai proceder dele, que vão reinar e destruir todos os inimigos, que são Balaque foi embora.

Cap 25 – Os filhos de Israel irritaram ao Senhor, praticaram adoração a Baal Peor. Os filhos de Israel foram seduzidos pelas mulheres midianitas, com efeito, praticaram pecados sexuais. O Senhor ordenou que enforcassem todos os homens a luz do dia, que transgrediram nesses pecados. O israelita chamado Zinri tomou uma mulher midianita chamada Cosbi, foi coabitar em sua tenda, então, Fineias tomou uma lança, traspassou e os matou. A praga cessou, e morreram 24.000 homens. O Senhor elogiou a Fineias, que não aprovou devoção a outros deuses, por isso, estabeleceu uma aliança de paz e o sacerdócio perpétuo com ele. A ordem do Senhor foi atacá-los e destruí-los, por causa do engano que fizeram contra Israel para idolatria e promiscuidade.

Cap 26 – O Senhor ordenou que Moisés e Eleazar somassem os homens de 20 anos para cima para sair em guerra. Contou por tribos, pelos chefes da família que foram a soma de 601.730 israelitas. Os critérios usados para repartir a terra, foram: por tribos, por nomes de família, pelo tamanho e por sortes. Os levitas foram contados separadamente, porque não herdaram a terra. A soma dos levitas foi de 23.000 acima de um mês. A descendência de Levi: Gersonitas, Coatitas e Meraritas, lebnitas, hebronitas, malitas, musitas, coreítas. Coate gerou Anrão, que casou com Joquebede que tiveram Arão, Moisés e Mirian. Arão gerou Nadabe, Abiu, Eleazar e Itamar. A contagem aconteceu nas campinas de Moabe, junto ao Jordão na direção de Jericó. Da geração que saiu do Egito, apenas Calebe e Josué foram contados, como o Senhor disse.

Cap 27 – As filhas de Zelofeade (Maalá, Noa, Hogla, Milca, e Tirza) revindicaram ao Moisés, a respeito da herança do seu pai. O pai não teve filhos, morreu por causa do seu pecado e não entrou na rebelião de Coré. Assim, Moisés consultou ao Senhor e viu justo entregar a terra para as filhas. Ficou como estatuto que a herança seria repassada para um parente. No caso, falta de filhos seria para filhas, sem filhas para os tios, sem tios para o mais próximo parente. O Senhor ordenou que Moisés subisse ao monte Abarim e aviltasse a terra. O Senhor recolheria Moisés como fez com Arão, por causa, da rebelião no deserto de Zin, nas águas que Moisés não o glorificou. Moisés com o seu coração de pastor, pediu que o Senhor levantasse outro líder para conduzir Israel na posse da terra. O Senhor indicou Josué, ordenou que diante da congregação e de Eleazar que o conduziria pelo Urim e Tumim, Moisés colocasse as mãos sobre Josué para transferir a autoridade da liderança.

Cap 28 – A oferta diária de dois cordeiros de um ano, de manhã e a tarde, com efa de farinha com 1/4 de óleo e de vinho, como holocausto. No sábado outro holocausto especial com dois cordeiros de um ano, com duas efas de farinha e com óleo e o vinho. Na festa de lua nova são oferecidos dois novilhos, um carneiro e sete cordeiros de um ano. Oferta de cereais, farinha, azeite e vinho. O bode para expiação de pecado todos conforme o rito de proporcionalidade. Na páscoa, durante sete dias que não come pão com fermento. Ofereceram dois novilhos, um carneiro e sete cordeiros de ano sem defeito como holocausto, com farinha, vinho e azeite segundo o rito. O bode para expiação de pecado. Em Pentecoste o ritual do holocausto é idêntico, apenas muda o período de um dia de descanso.

Cap 29 – Os sacrifícios que foram ordenados pelo Senhor nas seguintes solenidades: Ano Novo ou Dia da Trombeta, Dia do Perdão e Festa das Tendas. As três são no mês sétimo. Os sacrifícios das festas foram: bezerro, carneiro, cordeiro e bode. A oferta de cereais: farinha, óleo e vinho. A oferta era holocausto, sendo que cada solenidade tinha um rito a ser seguido. Como convocação santa, nenhuma obra era feito e um período fixado para cada uma.

Cap 30 – O Senhor advertiu a todos os homens para cumprir os seus votos e juramentos que fizeram. No entanto, a moça solteira em casa do seu pai, ficava na responsabilidade da sua autoridade. Em razão disso, o seu voto podia ser proibido e anulado e não levava a iniquidade. No noivado, a moça que fez um juramento, se o noivo soubesse, podia cancela-lo e ela não levaria o pecado. A mulher casada quando fizesse o voto, também estava debaixo desse critério do marido. Se por acaso, o marido não proibisse, cumpriria o seu voto. O marido que anulou os votos da mulher, se não fosse por causa de tolice, o marido recebe a iniquidade.

Cap 31 – O Senhor ordenou que Isral combatesse contra os midianitas. O exercito foi de 12000 homens. Fineias saiu com utensílios santos e com trombetas. Destruíram os reis, Balaão, todas as cidades e as aldeias; poupou as mulheres e as crianças. Quando o exército voltou, Moisés repreendeu-os, porquanto deixaram as mulheres vivas e os meninos. Foram às mulheres que induziram no conselho de Balaão que Israel adorasse a Baal Peor e se prostituíssem. A ordem foi que matassem todas as mulheres e os meninos, poupasse somente as virgens. O exercito e as virgens passaram pela purificação durante 7 dias. Por meio da água para as vestes, o fogo para os objetos de metais. O exército trouxe despojo de guerra, a ordem foi fazer a soma, e a divisão pela metade entre os soldados e a congregação. A soma total: 675.000 ovelhas, 72.000 bois, 61.000 jumentos; 32.000 mulheres virgens. Além disso, houve dois tributos para serem entregues em cada 500 dos despojos a Eleazar e em cada 50 dos despojos aos levitas. Os oficiais dos exércitos trouxeram ofertas de ouro para a própria expiação que somou 191 kg, que entregaram a Moisés e a Eleazar que tornaram como memorial diante do Senhor.

Cap 32 – As tribos de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés pediram para permanecerem naquelas terras, pelo fato que eram boas para pastagens de animais e que tinham muito gado. O pedido soou mal para Moisés, porque o exemplo dessas tribos poderia desmotivar o restante das tribos e serem iguais à geração que pereceu no deserto, por causa da falta de crença no Senhor, exceto Calebe e Josué que entraram. Quando ouviram, sugeriam que passariam juntos com o restante das tribos para guerrear e voltariam somente quando todos tivessem conquistados a terra. Somente, faria currais para o gado e deixariam os seus filhos e mulheres. Moisés aceitou, falou com as autoridades do povo para legitimar o acordo, o descumprimento dessas três tribos invalidaria diante de Israel.

Cap 33 – O Senhor ordenou que Moisés registrasse todo o trajeto do povo de Israel desde Egito até as planícies de Moabe. O período foi de 40 anos onde Israel presenciou uma geração má morrendo no deserto e os seus filhos que tomaram posse da terra. Acamparam em 42 lugares diferentes no decorrer desta vagueação no deserto. O Senhor ordenou que na posse da terra, expulsassem todos os moradores, além disso, destruíssem todos os templos, ídolos e altares. O recebimento da terra seria feito na distribuição por sorte e proporcionalidade por números de membros das tribos. Se esses moradores ficassem na terra, seriam como espinhos e aguilhões sobre o povo de Israel. Então, o mal que o Senhor exerceu sobre outros povos viria sobre Israel.

Cap 34 – O Senhor delineou as 4 fronteiras para que Israel entendesse os seus limites, no momento que passasse o rio Jordão para possuir a terra de Canaã. A terra foi dividia por sorteio para nove tribos e meia, porque as tribos de Rúben, Gade e metade de Manassés já tinham recebido sua herança do lado leste do Jordão, de frente a Jericó e ficava do outro lado do rio. O Senhor falou para Moisés que Eleazar o sumo sacerdote e Josué foram responsáveis pela repartição da terra. Mas, que tomassem líderes das tribos para ajudá-los na distribuição, são eles: Calebe de Judá; Samuel de Simeão; Elidade de Benjamim; Buqui de Dã; Haniel de Manassés, Quemuel de Efraim, Elisafã de Zebulom; Paltiel de Issacar; Aiúde de Aser; Pedael de Naftali.

Cap 35 – Os levitas receberam cidades para habitarem entre as tribos de Israel. Pelo fato que não tinham herança da terra, porque o Senhor tinha escolhido para o serviço no tabernáculo. O tamanho da cidade era proporcionado pelo tamanho da herança da tribo, ou seja, maior ou menor dependendo da dimensão. As pastagens era de 450 metros do muro, 900 metros nas 4 direções para os animais. Foram 48 cidades, 42 dos levitas e 6 de refúgio. As cidades refúgio tinham o objetivo de proteger, não condenar aqueles que mataram involuntariamente o seu próximo. Foram 3 no leste do Jordão e 3 em Canaã. Existia o vingador do sangue, ou seja, o parente mais próximo, que tinha o direito de matar. Pelo fato, que o assassinato voluntário não havia remissão por nenhum valor, apenas a morte para purificação dessa transgressão. A execução da morte, só podia ser validada com duas testemunhas. O assassino involuntário permanecia na cidade até que houvesse a morte do sumo sacerdote, para voltar a sua propriedade.

Cap 36 – Os chefes de família de Gileade, da tribo de Manassés, relataram o problema da terra herdada por filhas, tais como as de Zelofeade. Se estas mulheres se casavam com membros de outras tribos, as suas propriedades se perderam para a sua tribo original e passariam às novas. Então, isto levaria à redução das possessões da tribo à qual pertencem as mulheres. O problema foi resolvido, com decisão de que tais casos, a herdeira devia se casar com um membro da tribo do seu pai. E foi isto que aconteceu, justamente, no caso das tribos de Zelofeade, que casaram com os seus próprios primos.

Pr. Roberto Soares

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