­­­­Cap 1 – (vs 1-5): Jacó entrou no Egito com 12 filhos e suas famílias, os quais somaram 70 almas. Porém, José estava no Egito. (vs 6-14): José e seus irmãos morreram e passou aquela geração. Os filhos de Israel multiplicaram na terra do Egito. Levantou um novo faraó que não conhecia José. Faraó temeu os filhos de Israel, pois era grande e poderoso. Numa guerra Israel se aliar ao inimigo e fugisse do Egito. Assim, Faraó escravizou a Israel com dureza, usando feitores para aumentar a carga para fazerem cidades, amassando barro e tijolo, porém, Israel se fortalecia e crescia. (vs 15-22): O Faraó chamou as parteiras: Sifrá e Pua. Ordenou que matassem os meninos e deixasse as meninas. Entretanto, as parteiras temiam a Deus e não obedeceram. Faraó quis saber o motivo que as parteiras deixaram os meninos vivos. A resposta foi que as mulheres hebreias já davam a luz antes delas chegarem. Então, o Faraó ordenou que lançasse todo recém-nascido masculino no rio e deixasse com vida as meninas.

Cap 2 – (vs 1-10): O casal da tribo de Levi teve um filho, era bonito e esconderam durante 3 meses para não morrer. Porém, fizeram um cesto de junco e colocaram no rio. Assim, a filha de Faraó estava na margem do rio, então, encontrou a criança hebreia. A irmã do menino acompanhava, logo, a filha de Faraó compadeceu. A menina falou que buscaria uma ama de leite. Então, buscou a mãe da criança. A filha de Faraó orientou-a para criá-lo, até desmamasse e pagaria um salário. Depois de crescer, levou até a filha de Faraó que o adotou e chamou-o de Moisés, que significa: Porque tirado das águas. (vs 11-15): Moisés era adulto, saiu para ver os seus os irmãos hebreus, observou o maus tratos sobre um homem. Então, se levantou e feriu um egípcio, após averiguar que estava só, e o enterrou na areia. No outro dia, viu 2 hebreus brigando e foi para apaziguá-los. Porém, foi repreendido pelo injusto, que dizia: Que te constituiu líder e juiz sobre nós, ou intenta nos matar como fez com o egípcio. Moisés temeu que a notícia já tivesse espalhado. Faraó soube e procurou matar Moisés. Por isso, fugiu para terra de Midiã e sentou no poço. (vs 16-22): Reuel sacerdote de Midiã tinha 7 filhas. Estas levavam o rebanho do pai para tomar água. Contudo, pastores maus não deixavam o rebanho beber. Assim, Moisés os expulsou e deu água ao rebanho. Voltaram para casa, contaram ao pai o que o egípcio fez, logo, ordenou que trouxesse e comesse pão. Moisés consentiu viver e Reuel deu sua filha Zípora em casamento. Ela concebeu um filho que chamou Gerson. (vs 23-25): Morreu o faraó, o povo clamou a Deus, que lembrou da aliança com os patriarcas. Viu o SENHOR o sofrimento e a escravidão.

Cap 3 – (vs 1-10): Moisés apascenta o rebanho de Jetro. No monte Horebe viu uma sarça ardendo e aproximou e ouviu a voz de Deus. Pois, o chamou e mandou descalçar as sandálias dos pés. Apresentou como Deus dos patriarcas e falou que ouviu o clamor do povo para libertá-los. Moisés será o enviado para essa missão. Porém, Moisés sentiu incapacitado. (vs 11-22): Deus falou que será com ele. O sinal que voltaria para adorá-lo naquele monte. Ainda ficou com dúvida que o povo acreditasse, e se perguntasse pelo seu nome: Eu sou o que sou enviei. O meu nome será IHVH(SENHOR), para todo sempre como memorial. Ajunte aos anciões fala ao Faraó que sacrificarão durante 3 dias no deserto. Faraó ficará endurecido, mas o Senhor manifestará o braço forte para retirar Israel com suas maravilhas e levá-los para terra ampla que mana leite e mel, expulsarei as 7 nações cananitas. Ainda quando saíres, favorecerei Israel com riquezas do Egito.

­­­­Cap 4 – Moisés ficou com dúvida, se o povo vai acreditar nele. Logo, dirão: será que se revelou para ele. Foram 3 sinais para que cressem que Deus o enviou. Primeiro, a vara se tornou em cobra. Segundo, a mão ficou leprosa e depois sarou. Terceiro, a água do rio Nilo na terra se transformou em sangue. Ele explicou a Deus que não tinha palavras eloquentes, sua boca e língua eram pesadas. Deus falou que fez a boca, o mudo, o surdo, o que vê e o cego. Deus disse que seria com a sua boca e ensinaria o que falar. Moisés pediu que enviasse outro. Deus ficou irado, mas, designou Arão o seu irmão que fala bem, para ser boca dele para o povo e Moisés seria Deus sobre ele. Pois, Deus instruiria a Moisés em tudo. Tomou a vara e foi até o seu sogro, contou-lhe tudo, o qual despediu em paz para o Egito. Deus falou que podia ir, pois, todos morreram que lhe ameaçava. Deus disse que o coração de faraó seria endurecido, ordene que liberte a Israel, que é o meu primogênito, se não mataria o seu primogênito. No caminho Deus quis matar Moisés, por falta da circuncisão do seu filho, Zípora circuncidou a criança, chamou-o de marido sanguinário. Arão encontrou com Moisés no monte, Moisés contou tudo que o SENHOR falou. Reuniram todos os anciões, fizeram os sinais e creram. Então, entenderam que Deus lembrou-se do povo, se inclinaram e adoraram.

Cap 5 – Moisés e Arão falaram com faraó para deixar o povo ir festejar durante 3 dias no deserto. Esta ordem veio do Deus dos hebreus, a fim de que não sofresse peste e espada. Faraó desprezou o SENHOR, pois não o conhecia e não obedeceria. Faraó falou com eles que não atrapalhassem o trabalho e o povo voltasse a trabalhar. Faraó mandou que os feitores e chefes aumentassem o trabalho dos escravos. Não daria mais palha para fazer os tijolos, deveria buscar no Egito e seriam cobrados para produzir como antes. Para que não ouvissem as palavras de Moisés que julgavam ser mentirosas. Os escravos foram castigados e cobrados duramente para fazer a mesma produção. Portanto, os oficiais dos filhos de Israel foram até faraó, a fim de saber a razão daquele castigo. Eles explicaram que não estavam recebendo a palha e que a culpa não era deles. Então, faraó falou que os escravos eram ociosos e que queriam sacrificar no deserto ao SENHOR. Por isso, não diminuiria nada e cobraria a mesma produção. Os oficias saíram, viram Moisés e Arão e falaram que por causa deles, deram motivo para faraó matá-los. Moisés orou a Deus perguntando-lhe a razão do sofrimento, mal que o povo estava sofrendo com sua chegada.

Cap 6 – Deus respondeu a Moisés, que estenderia sua mão forte no Egito para que o seu povo fosse liberto. Agora, se revelou como SENHOR e não como El Shaday, recordou da aliança com os patriarcas, pois, os filhos de Israel voltariam para a terra prometida de Canaã. A carga de escravidão acabaria e o SENHOR seria Deus e eles o seu povo. Porém, o povo não ouviu a Moisés pela angústia e dura servidão. Deus mandou que Moisés falasse a faraó para deixar sair Israel. Moisés alegou sua dificuldade de falar, mas que soubessem que Moisés e Arão receberam ordens para tirar o povo do Egito. A genealogia de Levi: Gérson, Coate e Merari. Gérson gerou Libni e Simei, Coate gerou Anrão, Izar, Hebrom e Uziel, viveu 137 anos. Merari gerou Mali e Musi. Anrão casou Joquebede que gerou Moisés e Arão. Arão gerou de Elisabe: Nadabe, Abiú e Eleazar. Eleazar gerou Finéias. Deus ordenou que Moisés falasse para faraó deixasse o seu povo sair, porém, afirmou que os seus lábios eram incircuncisos. ­­­­

Cap 7 – O Senhor colocou Moisés como deus sobre faraó e Arão como seu profeta. O Senhor falava tudo a Moisés e Arão ordenava a faraó para deixar sair os filhos de Israel do Egito. O Senhor endureceu o coração de faraó, os sinais e maravilhas foram muitos. O faraó não ouvia, a mão do Senhor foi estendida no Egito, para tirar o seu povo com grande juízo. Em função disso, todo o Egito soube quem é o Senhor. Moisés e Arão fizeram o que foi ordenado. Moisés tinha 80 anos e Arão 83 anos. Aconteceu que na presença de faraó, o mesmo pediu um milagre. O Senhor falou que lançasse a vara que virou uma cobra, então, o faraó chamou os seus magos que fizeram o mesmo, mas, a cobra de Arão engoliu as outras. Houve o endurecimento de faraó, o próximo sinal foi que as águas do Egito se transformaram em sangue. O Senhor ordenou avisar a faraó que deixasse sair o povo para adorá-lo no deserto. Não ouviu, Arão tocou nas águas do rio Nilo que virou sangue e não havia água para beber no Egito. Os magos fizeram encantamento e virou água em sangue e o faraó endureceu o seu coração, durou 7 dias, o povo cavava o chão para encontrar água.

Cap 8 – O faraó endureceu de novo, o Senhor ordenou que Moisés falasse para ele, deixe ir o meu povo para adorar-me. Agora, a praga é das rãs sobre todo o Egito que vão ataca-los em todos os lugares e sobre todo o povo. Arão estendeu sua vara nas correntes, nos tanques, nos rios e subiram as rãs sobre o Egito. Os magos foram chamados, fizeram encantamentos e as rãs apareceram. Porém, faraó chamou-os, pediu para encerrar aquela praga, deixaria sair para sacrificar ao SENHOR. Moisés falou ironicamente a faraó, quando devo orar, ele disse: no outro dia. Foi para que soubesse o poder do Senhor. Moisés orou as rãs ficaram somente no rio, então, morreram todas nas casas, no palácio e nos campos, o mau cheiro ficou no Egito. O faraó viu, houve paz e endureceu o seu coração e não deixou o povo ir. A outra praga foi o pó que virou piolhos, cobriu animais e o povo. Os magos não conseguiram fazer e disseram a faraó foi o SENHOR que fez. Continuou teimoso e não atendeu ao pedido deles. Avisou faraó que a próxima praga é o enxame de Moscas sobre o Egito, porém, na terra de Gosén não haveria, para fazer a distinção entre o seu povo e o povo do Egito. Veio sobre o Egito grande prejuízo, faraó chamou-os, pediu para terminar a praga e saísse para sacrificar ao Senhor perto do Egito. Porém, os animais oferecidos são sagrados para o Egito e seriam mortos pelos mesmos. Então, tem que ser no lugar que Deus ordenou. Avisou para que não os enganasse, porém, a praga foi embora, o faraó continuou teimando e não deixou o povo ir.

Cap 9 – Moisés notificou o mesmo pedido a faraó, avisou que no dia seguinte, a praga seria de pestilência mortal sobre o gado dos egípcios, porém, não atingiria o gado dos hebreus, para mostrar a diferença entre os dois. Realmente, o faraó viu, ainda ficou teimoso e não atendeu ao pedido. A sexta praga diante os olhos de faraó foi a cinza do forno que lançou no ar, tumores sobre os animais e os egípcios, os magos não vieram por causa dos tumores, a dureza permaneceu no coração de faraó. A sétima praga foi chuva de pedra sobre o Egito. Foi terrível destruiu árvores, matou animais e pessoas. Alguns egípcios temeram e colocaram no abrigo e na terra de Gosén nada aconteceu. O linho e trigo não foram danificados. Faraó afirmou que pecou e que o Senhor é justo e o seu povo é ímpio. A manifestação do Senhor foi para mostrar que é dono da terra. Moisés falou que faraó e seus funcionários não temiam ao SENHOR. Moisés saiu, orou e a praga cessou. Faraó continuou teimoso e não deixou sair o povo. ­­­­

Cap 10 – O SENHOR mandou que falasse a faraó, até quando não vai se humilhar diante dele. A teimosia de faraó foi para que contasse nas gerações futuras, como o SENHOR se manifestou com sinais para retirar o seu povo do Egito. Moisés falou dos gafanhotos que comeriam o restante das plantações e estariam em todos os lugares. Moisés deu as costas e saiu da presença de faraó. Os servos avisaram ao rei que Moisés era uma ameaça, o Egito seria destruído. Então, chamou-os, faraó perguntou que iria sair para adorar ao SENHOR. Disseram que seriam todos. Faraó falou que somente seriam homens que iriam, porque intentavam o mal sobre o Egito; e foram expulsos. Moisés estendeu a vara sobre o Egito, o vento oriental trouxe um enxame de gafanhotos que cobriu toda a terra, devastou tudo que tinha sobrado da natureza. Faraó chamou-os depressa, disse que pecou contra o SENHOR e contra eles; pediu que orasse e perdoasse esta última vez, retirando essa morte. Moisés orou, veio um vento ocidental, lançou todos os gafanhotos no mar vermelho. Porém, o SENHOR endureceu a faraó e não deixou sair o povo. Moisés estendeu a mão para o céu, houve trevas densas durante 3 dias sobre o Egito, mas, na casa dos hebreus tinham luz. O faraó chamou-os, ordenou que saíssem com as mulheres e crianças, mas, todo gado ficasse. Porém, Moisés falou que seria tudo, pois os animais o SENHOR determinaria quais seriam sacrificados. Faraó ficou teimoso, falou que Moisés não aparecesse na sua presença, se não morreria. Moisés disse que não viria o seu rosto mais.

Cap 11 – Essa é a última praga que vai retirar o povo do Egito. Foi à morte dos primogênitos dos homens e dos animais. Os hebreus pediram prata e ouro aos egípcios. Moisés era respeitado pelo povo e os servos do Egito. Na meia noite o Senhor passou no Egito, houve grande pranto. No meio dos israelitas nem um cão latiu contra o homem e animal, o Senhor fez distinção entre os dois povos. Os servos curvaram diante de Moisés e pediram para que saísse com o povo. Moisés falou que seria apenas depois, então, se retirou irado da presença de faraó. A teimosia de faraó continuou e não deu atenção como o Senhor falou e Moisés e Arão fizeram os sinais no Egito.

Cap 12 – A páscoa foi constituída no mês de nisã no dia 14°, será o primeiro mês. É um jantar familiar, onde teve um cordeiro sem defeito, é assado, com sangue marcou as vergas e batentes das portas, comeram ervas amargas e pão sem fermento. O SENHOR passou a meia noite, as casas que estavam marcadas não foram feridas, fez juízo aos deuses do Egito e os primogênitos morreram. Será uma festa comemorada em gerações em Israel. Durante 7 dias, na casa dos israelitas não comam pão com fermento e nem nada que tenha fermento. Com convocação no 1° e 7° dia nenhum trabalho será feito. Início no 14° até 21°. Moisés convocou as autoridades, passou instruções sobre como realizar a páscoa. Explicou que quando os filhos perguntassem o que era aquela cerimônia, falaria que é sacrifício da páscoa que o Senhor libertou a Israel e matou os primogênitos do Egito. O povo se curvou e adorou ao SENHOR. Quando a praga aconteceu, faraó mandou que Moisés e povo saíssem rápido, a fim de que o Egito não morresse e saíram com riquezas. Saiu o número de 600.000 homens, sem contar mulheres e crianças, e também estrangeiros. Permaneceram durante 430 anos no Egito, uma noite será lembrado em suas gerações. A páscoa que será lembrada anual para os israelitas, se alguém quiser participar, deve ser circuncidado. ­­­­

Cap 13 – Os primogênitos dos homens e dos animais são separados para o SENHOR. A festa dos pães asmos é uma lembrança anual, no mês de abibe. Durante 7 dias não pode comer fermento e nem tê-lo em casa. A história será contada nas gerações futuras para os filhos, como o SENHOR livrou Israel com sinais da terra do Egito para a terra prometida. O pão sem fermento nesse período é um sinal, quando a mão pega e come, e os olhos verem como memorial, a fim de que a lei esteja na boca. Na terra prometida, o homem dará o seu primogênito ao SENHOR. Também oferecerá o primogênito do animal. O primogênito do homem pode ser regastado pelo preço determinado. O primogênito da jumenta pode ser regastado por um carneiro, se não quiser, então, quebre o pescoço. Quando o filho perguntar sobre sacrifício do primogênito, contará que Deus matou todos os primogênitos no Egito, com grande poder para retirar Israel que era escravo.Deus levou-os pelo caminho mais longo, para que não vissem que deveriam guerrear e retornassem para o Egito. Moisés levou os ossos de José. Israel rodeou o mar vermelho, saíram de Sucote e acamparam em Etã. Deus conduziu Israel por meio da coluna de fumaça de dia e a noite como coluna de fogo.

Cap 14 – Deus falou a Moisés que acampasse na beira do mar defronte Baal Zefon. Porquanto endureceria o coração de Faraó, a fim de ser glorificado no Egito e soubesse que é o SENHOR. Faraó quando soube que o povo saiu, preparou o seu exército para persegui-los, com 600 dos seus melhores carros e seus oficiais. Quando faraó aproximava com seu exército, cavalos e carros, os israelitas viram, temeram e clamaram a Deus. O povo reclamou com Moisés, dizendo: que morreria no deserto, melhor serem escravos no Egito, o mal que tinha feito com eles. Moisés falou-os que não temessem, ficassem firmes e vessem o livramento do SENHOR. Pois a luta era do SENHOR e que ficassem calmos. Moisés clamou ao SENHOR, porém, disse que ao povo marche. Levantou a vara sobre o mar, as águas se dividiram e Israel passaria em terra seca. O anjo e a coluna que iam à frente de Israel, foram para trás deles. Logo, a coluna se tornou trevas para os egípcios e luz para os israelitas, não podiam chegar até eles. Soprou um vento oriental que abriu o mar em duas paredes, assim o povo passou em terra seca. Faraó e seu exército perseguiram pelo mar e ficaram no meio. Enviou a confusão, as rodas soltaram dos carros, os egípcios desesperaram e fugiram, pois dizia o SENHOR está lutando. Moisés levantou a vara no raiar do dia, as águas cobriram os exércitos de faraó que foram todos mortos. O povo temeu ao SENHOR e a Moisés, pois viu o grande livramento.

Cap 15 – Moisés e o povo entoaram um cântico ao SENHOR: Exaltou seu poder sobre o Egito, a vitória, a salvação, a força, o SENHOR como único sobre todos outros deuses falsos. Descreveu o agir poderoso na derrota sobre os exércitos de faraó, quando abriu o mar e engoliu todos. Os povos ficaram sabendo do que o SENHOR fez com os egípcios e temeram. O SENHOR estabeleceu o seu povo na herança, no monte onde teve o seu santuário. O Senhor reina para sempre. Mirian profetisa tomou o tamborim com mulheres adoraram e dançaram para o SENHOR. O povo foi conduzido para o deserto de Sur, durou 3 dias e não acharam água. No local que se chama Mara, as águas eram amargas, o povo murmurou contra Moisés. Clamou o SENHOR, mostrou a madeira e lançou na água, ficou doce e beberam. Advertiu o SENHOR que prestassem atenção em sua palavra e obedecessem, pois não chegaria a praga do Egito sobre eles, SENHOR sara. Chegaram a Elim, 12 fontes de águas e 70 palmeiras e acamparam ali. ­­­­

Cap 16 – No 15° dia no 2° mês chegou Israel no deserto de Sim. A congregação murmurou contra Moisés e Arão. Reclamaram que morreriam de fome naquele lugar, era melhor morrer no Egito. O Senhor falou que choveria pão do céu e carne a tarde para se fartarem. Durante 6 dias recolherá o pão, que era o Maná, que significa: “o que é isso?”. Era como semente de coentro branco, redondo, com gosto de bolo de mel. As carnes eram de codornizes. No dia 6° colheriam o dobro de pão, pois, o dia sétimo foi consagrado para o Senhor como descanso. Porque a porção foi diária, então, se colhessem mais do que um gômer (3,7 litros) por pessoa, se não fosse necessário, no outro dia, se tornaria em bicho e fendido na tenda. (vs16-18 cf 2Co 8:1-15). Moisés falou que o povo murmurou contra o Senhor e não contra eles. Ainda assim, o povo desobedeceu, colheram mais do maná, o mau cheiro e bichos foram sentidos. Moisés se irritou com o povo. Pois, o propósito de Deus foi saber se Israel vai obedecer a seus mandamentos e lei. O maná foi guardado no vaso, colocado diante do testemunho para gerações futuras saberem que o Senhor tirou Israel do Egito. A duração do maná foi durante 40 anos até chegar à terra de Canaã.

Cap 17 – O Senhor mandou Israel sair de Sim para Refedim, não tinha água para beber. Por isso, o povo brigou com Moisés, pois, estavam com sede. Moisés falou que não brigassem com ele e não colocasse o Senhor a prova. Então, o povo murmurou contra Moisés, dizendo: porque nos tirou do Egito para morremos no deserto. Moisés clamou ao Senhor, não sabia o que faria e preocupado se o povo o apedrejasse. O Senhor falou a Moisés que saísse do meio do povo, levasse alguns anciões como testemunhas oculares, e a vara que feriu o rio Nilo. Então, ficasse de frente a rocha que está no Horebe, bateu nela e a água saiu para o povo beber. Moisés chamou aquele lugar de Meribá (Contenda) e Massá (Provação), porque tentaram contra o Senhor, dizendo: “Está o Senhor no nosso meio ou não.” Os amalequitas vieram para guerrear contra Israel. Moisés ordenou a Josué escolher homens para pelejar. Subiu ao monte com Arão e Hur, onde a vara de Deus ficaria estendida para os céus. Na batalha Josué prevalecia enquanto a vara ficava direcionada para o céu. Em razão disso, Arão e Hur colocaram uma pedra para Moisés sentar, as mãos cansadas eram apoiadas pelos dois. Venceu Israel, o Senhor pediu para escrevesse no rolo que riscaria a memória de Amaleque. Edificou um altar e chamou-o Senhor é a nossa Bandeira. No trono levantou a mão o Senhor e Jurou: haverá guerra entre o Senhor contra Amaleque em geração e geração.

Cap 18 – Jetro encontrou com Moisés levando sua esposa Zípora e os dois filhos: Jerson e Eliezer. Moisés inclinou-se, beijou, levou para dentro da tenda, falou sobre os sinais, livramentos que o Senhor operou para demonstrar o amor pelos israelitas, ainda sobre as dificuldades do povo. Jetro reconheceu que o Senhor é Deus sobre todos os deuses pelos seus atos. Assim, Jetro preparou um holocausto ao Senhor, um banquete que Arão e anciões participaram. No outro dia, Moisés assentou para atender o povo, que fez uma grande fila em pé, ficaram de manhã à tarde. Em virtude disso, Jetro falou a Moisés que o povo vai perecer, logo, ficaria sobrecarregado e não seria resolvido. Pois, Moisés fazia o julgamento de causas entre os irmãos, ensinando os estatutos e lei de Deus. Jetro propôs que escolhessem homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade, não avarentos, que seriam chefes sobre 1000, 100, 50 e 10 homens. Julgariam as causas fáceis e as difíceis levariam diante de Moisés. Moisés despediu de Jetro que foi embora.

Cap 19 – No mês 3° (Sivan: Maio-Junho), celebra a festa das semanas ou Pentecostes (Lv 23:15:22, At 2). No ano 1448 a.C. o Senhor se revelou no monte Sinai para os filhos de Israel. O monte fumegou, trovejou, relampeou, ouviram vozes, sons altos e trombetas. Esses fenômenos da natureza foram manifestados para percepção dos sentidos humanos (Teofania). O povo se santificou durante 3 dias, lavando as vestes e não tendo contato sexual, a fim de ouvirem ao Senhor. Houve limites determinados no monte, que nenhum homem e nem animal ultrapassem, para que não morressem. A aliança do Sinai foi feita com o povo de Israel, após a retirada do Egito. A exigência foi obedecer diligentemente à voz do Senhor, a fim de que fosse propriedade peculiar entre os povos, para exercerem o reino sacerdotal e ser uma nação santa.

Cap 20 – O povo ouviu a voz do Senhor que conversava com Moisés numa nuvem espessa no monte. Falou dos 10 mandamentos que se constituiu como bases para aliança do Sinai. 1° O Senhor é único, 2° O culto é para o Senhor, 3° O nome do Senhor é santo, 4° Guardem o Sábado, 5° Honrem os pais, 6° Não matarás, 7° Não adulterarás, 8° Não roubarás, 9° Não dirás falso testemunho e 10° Não cobiçaras. A visão da glória de Deus e sua manifestação fez o povo se afastar. Pois, estavam com medo, pediram a Moisés para falar com o Senhor, não queriam morrer. Moisés explicou que o Senhor queria prová-los, para que temessem e não pecassem. É interessante a falar do povo de Israel, existem duas considerações: Primeira, transferem a Moisés a condição de mediador, isto indica para JESUS (1Tm 2:5). Segunda, se privaram do relacionamento pessoal com o Senhor. Mas, isto indicou para a nova aliança: que consiste que todos serão ensinados pelo Senhor e o conhecerão (Hb 8:10-13). O Senhor ordenou que perto dele, não fizessem ídolos de ouro e de prata para adorá-los. O altar para sacrificar ao Senhor era de terra, ou de pedras, não podia usar ferramentas para cortá-la. Não podia fazer um degrau para ver nudez quando subisse nele. O nome do Senhor seria celebrado e veria para abençoá-los.

Cap 21 – Os juízes que são aplicados para os escravos. O servo hebreu trabalha 6 anos e no 7° seria liberto. No forro sairia sozinho, se casado com a esposa. Se a esposa foi dada pelo dono, teve filhos, ficam todos e sai somente o escravo. Se acaso, quiser permanecer com a família e o dono, fura a orelha e o serve para sempre. A escrava não pode ser vendida para povo estrangeiro. Se acaso, o homem não gostar dela para esposa, deve vendê-la novamente ao pai. Se a comprou para o filho, deve tratá-la como filha. Se casar com 2° mulher, não poderia deixar de cumprir essas obrigações com a 1°: alimento, roupas e direitos conjugais. Pois, sairia livre e sem pagamento. Alguém matou com intenção dolosa seria morto. Se fosse um acidente, fugiria para uma local até ser julgado a sua inocência. Sentença de morte para: ferir e amaldiçoar os pais; raptar e vender pessoas. A lei do talião se consistia na indenização, olho por olho, dente por dente, vida por vida. Os escravos podiam ser livres, quando sofriam acidentes. Numa briga, aquele que fosse ferido e não morresse seria cuidado até a recuperação. A mulher grávida perdesse o filho, receberia uma quantia. A lei da conduta do boi que chifra e fere.

Cap 22– O roubo de boi e ovelha é indenizado. O ladrão que roubou, for morto à noite, será legítima defesa, pela manhã será homicídio. O ladrão é flagrado, deve pagar, ou ser vendido como escravo. O furto é pago em dobro. O animal não pode comer na plantação alheia, o dono deve restituir com o melhor do seu campo. Quem provocou incêndio pagará pelo prejuízo. Pediu para o vizinho guardar algum bem, o ladrão furtou, foi achado e deve pagar o dobro. Se não achar o ladrão, será julgado para saber, se ficou com os bens. Será julgada a causa entre duas pessoas, que alegam serem donas da mesma coisa, assim, quem for condenado pagará o dobro. O animal entregue ao vizinho, se acontecer alguma coisa, o vizinho prova a sua inocência, faz um juramento e o dono aceita não tem restituição. Se caso for culpado, pagará. Pediu emprestado o animal, houve algum mal, pagará, na sua ausência, na sua presença apenas o aluguel. O homem coabitou com a virgem, paga o dote o pai, para tê-la como mulher. O pai pode não dá-la como esposa e exigir o dote. Penalidade com morte: feitiçaria, bestialidade, culto a outros deuses. Não afligiríeis estrangeiros, viúvas e órfãos. Não emprestes dinheiro com usura ao pobre do seu povo, não fique com nenhum penhor dele. Não amaldiçoe a Deus e nem as autoridades. As primícias do fruto serão oferecidas. Os primogênitos dos animais serão oferecidos. O povo é santo, não comer carne dilacerada e dá aos cães.

Cap 23 – No julgamento não pode inventar boatos, distorcer a verdade, não favorecer a mentira, e se tornar parcial para o pobre. O animal do inimigo se perdeu, o dever é reconduzi-lo ao dono. O jumento de quem você odeia caiu e ficou debaixo da carga, ajude levantá-lo. Não prejudique o pobre, não faça acusações falsas e condene o inocente. Não aceite suborno, para prejudicar a justiça e o inocente. Não oprimam os estrangeiros. A terra será cultivada em 6 anos, no 7° a terra descansa de todo o cultivo. Os pobres comeram do que crescerem nas plantações e os animais das sobras. No 7° dia todos descansem de todo trabalho. Não invoquem outros deuses. São 3 festas anuais, Páscoa, Pentecostes e Tendas. Todos os homens aparecerão para adorar, será com as colheitas. Não cozinhe o cabrito no leite da sua própria mãe. O anjo do SENHOR foi incumbido para levá-los a terra prometida, para protegê-los, lutar as batalhas. Deve ouvi-lo, pois, o nome do Senhor está nele. Servir ao Senhor e não outros deuses, pois, abençoa o seu povo com pão, água e tira as enfermidades. Não haveria mulher estéril. O Senhor fará herdar a terra, não faça aliança com os povos vizinhos para não pecar.

Cap 24 – Moisés falou com o povo todas as palavras do Senhor e responderam que fariam. Fizeram um altar que ofereceram ofertas de paz e 12 monumentos no monte, com o sangue aspergiu o povo, diz que é o sangue da aliança. No monte subiram Moisés, Arão, Nadabe, Abiú e 70 anciões. Viram o Deus de Israel, os seus pés com safira. Não foram mortos, comeram e beberam. O Senhor chamou Moisés para ficar no monte para dá-lhe as tábuas de pedra e a lei, para ensinar o povo. Ficou 40 dias e 40 noites. A presença da glória como fogo sobre o monte.

Cap 25 – O Senhor pediu ofertas voluntárias para o povo, tendo a finalidade de fabricar o tabernáculo, suas mobílias e seus utensílios. O tabernáculo seria a morada de Deus entre os israelitas. O Senhor ordenou que fizesse tudo conforme o modelo que daria. Foi feita a arca de madeira de acácia, que media 1,20m de comprimento, 75 cm de largura, 75 cm de altura, recoberta de ouro puro. Dentro da arca ficavam as duas tábuas da lei, um vaso com maná e a vara de Arão. Tendo 4 argolas de ouro duas de cada lado, com 4 varas de madeira revestida de ouro. A tampa de ouro que se chama propiciatório media 1,20m de comprimento, 0,75m de largura, 0,75m de altura. Tinha 2 querubins que olhavam para a tampa e suas asas abertas uniam como uma só peça. Foi feita a mesa dos pães da proposição de madeira de acácia, que media 1m de comprimento, 50 cm de largura, 70 cm altura, revestida de ouro puro. Tendo 4 argolas de ouro duas de cada lado na base dos pés, com 4 varas de madeira revestida de ouro. Utensílios de ouro puro para libações. Eram 12 pães que se trocava no sábado, a mesa ficava no norte do lugar santo. Foi feito o candelabro de ouro puro, que pesou 34 quilos. Formado de uma só peça de haste, que dividiu em 3 braços a esquerda e a direita. Somou-se 7 lâmpadas para iluminar diariamente. A sua altura 1,65m e 1m de largura.

Cap 26 e 27 – O tabernáculo tem 3 divisões: Pátio, Lugar Santo e Santo dos Santos. O Pátio cercava o tabernáculo com 50m de cumprimento por 25m de largura do lado oriental. Havia cortinas de linho fino, 2,50m de altura, com colunas de cobre, com colchetes e faixas de prata e bases de cobre. A porta do lado leste media 10m de largura, cobertura de linho, azul e escarlate. Lugar santo 10m de comprimento, 5m de largura, 5m de altura. Dentro havia mesa dos pães da proposição no lado norte, o castiçal no lado sul e altar de incenso diante do véu. O véu de linho fino azul, púrpura e escarlate, bordado de querubins, separava o Lugar Santo do Santo dos Santos com 4 colunas de madeira revestida de ouro. Outro veio que se chama reposteiro, linho fino azul, púrpura e escarlate, separava o pátio do Lugar Santo com 5 colunas de madeira revestida de ouro. O Santo dos Santos 5 m de comprimento, 5m de largura, 5m de altura. Dentro havia arca da aliança. No pátio havia o altar de cobre, nas medidas de 5m² e 1,50m de altura. Feito de madeira de acácia, oco, com grade e coberta de cobre, como uma só peça com 4 pontas. Com 4 argolas, 4 varas de madeira coberta de cobre. Bacia de água de cobre para lavasse. O altar de incenso feito de madeira, revestido de ouro, media 1m altura, 50 cm cada lado. A tenda do tabernáculo tinham 4 coberturas: 1° linho branco, azul, púrpura, escarlate e bordados com querubins; 2° pele de cabra, 3° pele de carneiro tingido vermelho, 4° texugo. A medida de 15m de cumprimento, 5m de largura, 5m de altura. Tendo tábuas de madeiras, coberta de ouro, com 2 encaixes presos por bases de prata, formando uma estrutura para receber as tendas.

Cap 28 – Os artífices fabricaram as peças de roupa para os sacerdotes. A éfode foi feita de fios de lã azul, púrpura e vermelha, fios de ouro e linho. As pontas tinham duas alças para serem presas. O cinto foi do mesmo material e formava uma só peça. Duas pedras de ágata, gravadas os nomes das tribos de Israel, 6 de cada lado, a fim de que Arão levasse sobre os ombros. Duas correntes de ouro entrelaçadas se uniam a 2 engastes de ouro. O peitoral foi feita do mesma material da éfode, de um palmo de altura e de largura. Havia 4 fileiras de 3 pedras ordenadas, com os nomes dos filhos de Jacó. Com 4 argolas de ouro, 2 presas de corda de ouro nos ombros, duas presas pelo cordão azul por duas argolas na alça do manto. O urim e tumim presos acima do coração eram para saber vontade do Senhor. A sobrepeliz era de fios azuis, ficava sobre a éfode, com abertura para a cabeça. Na borda tinham romãs feitas de fios azul, púrpura e vermelha, entre os mesmos sinos de ouro. Isto é para que Arão não morresse diante do Senhor, quando ouviam o som dos sinos. Uma mitra que tinha uma tiara de ouro escrito: Santo ao Senhor, presa com cordão azul. Para que Arão levasse as iniquidades das coisas santas e houvesse aceitação das ofertas diante do Senhor. Foram feitas túnicas, cintos e mitras para os filhos de Arão, para dignidade e beleza. Foram ungidos na cabeça com azeite, após vestidos e consagrados como sacerdotes. Calções de linho para vesti-los. Todas às vezes, que fossem ministrar diante do Senhor, a fim de que não morressem.

Cap 29 – A consagração de Arão e dos seus filhos como sacerdotes. Ofereceram como oferta, 1 touro novo e 2 carneiros sem defeitos; pães com azeite, sem azeite, achatados e todos sem fermento num cesto. Lavaram-se, vestiram suas roupas e foram ungidos na cabeça com azeite. Os descendentes de Arão serviriam para sempre. O touro novo foi para oferta dos sacerdotes, colocaram as mãos. Aspergiram o sangue nas pontas do altar de cobre, queimaram gordura dos miúdos, rins e melhor parte do fígado. A carne, o couro e tripas queimaram fora do arraial. Colocaram a mão no carneiro, cortaram em pedaços, lavaram, aspergiram o sangue no altar e queimou, isto é Holocausto. Outro carneiro oferecido passou pelo mesmo ritual, com sangue ungiu a orelha, polegar da mão e do pé direito deles. Aspergiu com sangue e azeite as roupas dos sacerdotes. Os pães foram ofertas especiais entregues na mão dos sacerdotes. A coxa e o peito outra oferta especial para o Senhor, serão para os sacerdotes. Durou 7 dias para separar o sacerdotes e altar. O ritual diário de oferecer 2 cordeirinhos, no horário de manhã e tarde. Acompanhava 1kg de farinha, azeite e vinho, eram queimados diante da presença do Senhor. Pois encontrava com o povo, e aparecia com a sua glória e santificou aquela tenda e sacerdócio.

Cap 30 – O sacerdote oferecia incenso sobre o altar de incenso diante do Santo dos Santos, duas vezes por dia. Não podia oferecer se não fosse o incenso ordenado. Apenas Arão no dia do Iom Kippur oferecia o sangue sobre esse altar. Houve um imposto pago em prata por cada cidadão de Israel, era feito por faixa etária. Isto foi para que o Senhor os protegessem e usado no serviço do tabernáculo. Lavam-se os pés e as mãos na pia de bronze para fazer o serviço na tenda, a fim de que não morressem. O azeite tinha uma fabricação que só deveria ser usado para consagração dos sacerdotes. Se acaso fizessem para uso pessoal, deveria ser expulso. O incenso também não podia ser feito para uso pessoal, pois é santo para o Senhor. Logo, seria expulso.

Cap 31 – O Senhor escolheu Bezalel de Judá e Aoliabe de Dã, como artífices para fabricação da tenda, dos utensílios, dos móveis, das roupas, do incenso e da unção. Foram cheios do Espírito de Deus, que concedeu sabedoria, entendimento, ciência e ofício. Foram habilidosos no ouro, na prata, no bronze, nas pedras preciosas e na madeira. O Senhor ordenou aos filhos de Israel que guardassem os sábados. O sábado se tornou um sinal de Deus com filhos de Israel, como uma aliança perpétua nas suas gerações. Então, quem fizesse alguma obra no sábado morreria. Por motivo, que o sábado seria santo para os filhos de Israel, por isso, quem não o guardou, o profanou. O sábado foi descanso para os filhos de Israel, como Senhor descansou no 7° dia da sua criação. O Senhor deu as duas tábuas do Testemunho feitas de pedras, inscritas pelo dedo do próprio Deus, no monte Sinai após ter falado com Moisés.

Cap 32 – O povo pediu Arão para fazer um ídolo para adorar. Porque Moisés demorava a voltar. Então, as mulheres deram os seus brincos de ouro, logo, fundiu, esculpiu um bezerro. Fizeram um altar para sacrificar e teria uma festa. O Senhor ouviu, mandou Moisés descer, pelo fato que vai destruí-los com sua ira. O povo corrompeu, fez um ídolo que atribuíram todos os feitos da saída do Egito. Assim, Moisés intercedeu pelo povo, a fim de que o Senhor cumprisse sua promessa aos patriarcas e não os destruíssem. Pois, o Senhor se arrependeu do mal para não trazer sobre o povo. Desceu Moisés com as duas tábuas de pedra, inscritas em ambos os lados pelo dedo de Deus. Ouviram sons no acampamento, Josué afirmou que era vitória, porém, Moisés falou que eram canções. Moisés quando viu danças, bebidas e cânticos, se irou e quebrou as tábuas. Tomou o bezerro, o derreteu e lançou o pó na água e mandou que os israelitas bebessem. Moisés perguntou a Arão as razões que levaram a fazer o ídolo. Então, explicou e falou do medo que o povo podia fazer contra ele. O povo estava descontrolado, por essa razão, Moisés saiu do arraial, convocou todos que estivessem do lado de Deus vissem para ele. Os levitas vieram, a ordem foi que matassem a todos que participaram da festa. Fizeram, mataram a espada e obedeceram sem vacilar, por isso, o Senhor os aprovou no ministério. Moisés subiu de novo ao monte Sinai, tendo a finalidade de orar e pediu perdão dos pecados do povo. O pecado foi muito grave para não ter correção. Moisés pediu para riscar o seu nome do livro da vida, o Senhor afirmou que o nome seria riscado daquele que pecar.

Cap 33 – O Senhor mandou Israel ir para a terra prometida. Porém, não estaria com eles, mas, o anjo os acompanharia, a fim de que não os matassem, por causa da teimosia. O povo entristeceu, tirou as suas joias. Quando o acampamento parava, a tenda da reunião era montada. Todos observavam Moisés ir para a tenda, pois, o Senhor aparecia numa coluna de fumaça. Logo, se prostravam e adoravam ao Senhor. Falava com Moisés face a face, como um amigo fala com o outro. Josué era auxiliar de Moisés e sempre observava perto da tenda. O Moisés não se conformou com o anjo que seria enviado para a jornada da terra prometida. Pediu que o próprio Senhor se manifestasse e fossem junto do povo. Insistiu por causa do propósito que o Senhor propôs para a Israel. Ainda pediu que mostrasse sua glória. O Senhor lhe concedeu, revelou o seu nome, sua misericórdia, bondade, perdão e justiça. Quando passou por Moisés que estava na fenda da rocha, pois, viu o Senhor pelas costas e não viu sua face para morrer.

Cap 34 – O Senhor pediu que Moisés subisse ao monte sozinho. Levasse consigo duas tábuas de pedras como as primeiras que quebrou. Apareceu no monte numa nuvem, proclamou o seu nome. Passou, expressando sua misericórdia, piedade, paciência, benignidade, como juiz para sentenciar as falhas. Moisés se inclinou e o adorou. Clamou que perdoasse o povo pela teimosia e os aceitasse. O Senhor fez uma aliança com o povo, fez grandes maravilhas no meio deles, expulsou todas as nações estrangeiras para recebessem a herança da terra. Ordenou que não fizessem alianças com as nações estrangeiras. A fim de que não servissem outros deuses. Destruíssem as imagens de Baal e os postes de Aserá. Não houvesse casamentos entre os seus filhos para não serem influenciados para servir os seus deuses. Celebraram três festas anuais, Páscoa, Pentecoste e Tabernáculos. Os primogênitos são do Senhor, havia um regaste em dinheiro. O sábado era guardado e não fazia trabalho nele. Subiam três vezes com as ofertas e com as primícias. O sacrifício não podia misturar com o sangue. O cabrito não era cozido no leite da manhã. A aliança foi feito com Moisés e Israel, escreveu nas tábuas, os 10 mandamentos. Moisés permaneceu 40 dias e 40 noites, sem comer e beber no monte. Ao descer para o arraial, Moisés estava com o rosto brilhando e levando as tábuas. O povo ficou com medo, mas chamou Arão e os anciões, relatou toda lei. Não sabia que o rosto brilhava, mas, colocava um véu por causa da glória refletida. Porém, quando entrava na tenda retira o véu diante do Senhor.

Cap 35 – A ordem foi guardar o sábado, trabalhasse 6 dias e o 7° guardasse. Quem não obedecesse, morria. Não podia acender o fogo no sábado. O Senhor ordenou que o povo trouxesse ofertas voluntárias diversas para a fabricação da tenda e dos seus objetos. Os sábios de coração vieram para fazer toda obra de fundição de metais, bordados roupas e costura de cortinas, arte de perfumista, obra de madeira, lapidação de pedras preciosas para a tenda e os seus utensílios de culto ao Senhor. O povo foi para casa, trouxeram ofertas diversas: ouro, prata, bronze, pedras preciosas, madeira de acácia, linho fino, lã azul, púrpura, vermelha, peles de cabra e textugo. O Senhor escolheu Bezalel filho de Uri, neto de Ur da tribo de Judá e Aoliabe filho de Aisameque da tribo de Dã. Foram escolhidos para supervisionar, ensinar e executar todo o trabalho do Tabernáculo do Senhor.

Cap 36 – Bezalel e Aoliabe começaram o trabalho com todos os sábios de coração. Moisés entregou todas as ofertas. No determinado momento, os artesões vieram e falaram que não necessitavam mais de ofertas do povo já tinham suficiente. Então, Moisés falou que não precisavam trazer mais. A fabricação da tenda foi feita conforme a orientação do Senhor. A tenda do tabernáculo tinham 4 coberturas: 1° linho branco, azul, púrpura, escarlate e bordados com querubins; 2° pele de cabra, 3° pele de carneiro tingido vermelho, 4° texugo. A medida de 15m de cumprimento, 5m de largura, 5m de altura. Tendo tábuas de madeiras, coberta de ouro, com 2 encaixes presos por bases de prata, formando uma estrutura para receber as tendas. Existiam colunas de madeira coberta de ouro, no santo lugar 5 e no Santo dos Santos 4. Nessas portas eram véus que separavam o Santo Lugar do Santo dos Santos.

Cap 37 – Bezalel fez a arca de madeira de acácia coberta pelo ouro. Fez a mesa dos pães da proposição de madeira de acácia coberta pelo ouro. Todos os utensílios de uso são de ouro: pratos, colheres, tigelas e taças. Fez o candelabro de ouro puro, tendo uma haste principal, que do lado direito e esquerdo saíam 3 hastes. Formavam uma só peça, nas hastes tinham feitio de amêndoas, um botão e uma flor. O peso é de 45k de ouro. Fez o altar de incenso de madeira de acácia e cobriu com ouro. Fez o azeite de unção e o incenso.

Cap 38 – Fez o altar de holocausto de madeira de acácia coberta por cobre. Fez os utensílios, que são: cinzeiros, as pás, as bacias, os garfos, os braseiros tudo de cobre. Fez a pia de cobre dos espelhos das mulheres. As cortinas do pátio de linho fino foram feitas, com suas colunas, bases e estacas de cobre, molduras e colchetes de prata. A porta do pátio era bordada de linho fino, de azul, de púrpura e de carmesim. Todas essas coisas foram contadas para o ministério dos Levitas, por intermédio de Itamar filho de Arão. Foram fabricados por Bezalel e Aoliabe. O gasto da obra foi 29 talentos e 730 siclos conforme siclo do santuário de ouro. O gasto de prato foi 100 talentos e 1775 siclos conforme siclo do santuário. O gasto de cobre foi 70 talentos e 2400 silcos.

Cap 39 – Fizeram a roupa do sumo sacerdote, que são: éfode bordado de linho fino, azul, púrpura e carmesim, com fios de ouro, e um cinto bordado como uma peça só dos mesmos tecidos. Peitoral com 12 pedras aliadas em 4 colunas de 3, bordado de linho fino, azul, púrpura e carmesim, com fios de ouro e duas ombreiras com duas argolas de ouro. Manto bordado de cor azul. Uma túnica de linho fino, tendo uma abertura para colocar a cabeça, trançado nas bordas com linho fino de lã azul, púrpura e carmesim em forma de romã e com sinos de ouro puro. A mitra foi feita para Arão, com uma lâmina de ouro, escrito: Santidade ao Senhor. Fizeram túnicas de linho para os filhos de Arão, chapéus, calções de linho. O trabalho foi concluído de toda a tenda, todos os utensílios, todas as mobílias e todas as roupas. Levaram todas as coisas para Moisés verificar. Então, certificou que tudo foi feito conforme o Senhor ordenou.

Cap 40 – No 1° mês do 1° dia montou o tabernáculo. A arca do testemunho foi colocada no Santo dos Santos e o véu foi posto. A mesa da proposição pôs em ordem os pães, o altar de ouro pôs o incenso e o candelabro foi acesso suas lâmpadas, foram colocadas no Lugar Santo, colocou a cortina na porta. O altar de bronze, e pia de bronze colocaram diante a porta da tenda. Armaram o pátio, colocaram a cortina na porta. Moisés ungiu a tenda, todas as mobílias e os utensílios para santificá-los. Assim, ungiu os sacerdotes com suas roupas santas para o serviço do templo. A nuvem cobriu o tabernáculo e a glória de Deus encheu o local. Quando a nuvem permanecia sobre a tenda, ninguém podia entrar. A nuvem levantava, então, Israel saía para sua jornada. De manhã a nuvem era de fumaça e a noite era de fogo.

Pr. Roberto Soares

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