Cap 1 – O Moisés recorda os fatos ocorridos com os filhos de Israel na jornada do deserto que duraram 40 anos. A qual culminou a destruição da antiga geração e advertência para a nova geração que vai herdar a terra prometida aos patriarcas. Moisés ressaltou a dificuldade de cuidar do povo sozinho, que levantou chefes e juízes para o seu auxílio. Quando o povo sugeriu enviar homens para avaliar a terra e direcionar o caminho, lhe pareceu muito bom. Então, escolheu 12 de cada tribo os enviou pelas montanhas dos Amorreus e chegaram até o vale Escol. A terra era boa, mas, o relatório foi negativo que trouxeram a irritação do Senhor, por causa da falta de fé, e dos fatos que sucederam, pois o Senhor cuidara de Israel como filho e os direcionou até aquele instante. A sentença foi que aquela geração vai perecer no deserto e os seus filhos que entrariam. O povo subiu para guerra, foram derrotadas pelos Amorreus, pois, o Senhor declarou que não estava com eles. Choraram, suplicaram o Senhor não ouviu e permaneceram muitos dias em Cardes.

Cap 2 – Na caminhada do deserto rodearam por muito tempo, quando acamparam no Monte Seir, o Senhor ordenou que continuasse o trajeto por meio da terra de Edom, no entanto, sendo descendentes de Esaú não deveriam guerrear e nem tampouco com Moabe que eram descendentes de Ló. Mas tiveram que guerrear contra Sion, rei de Hesbon, que não deixou passar pela terra em paz. O Senhor deu a vitória para Israel. Portanto, destruíram completamente todos os habitantes e as cidades; tomaram como despojos o gado e os objetos de valores.

Cap 3 – O rei de Basã, Ogue, saiu para lutar contra o povo de Israel. O Senhor disse que não tivessem medo, pois, daria a vitória como foi Sion, rei de Hesbon. Israel os derrotou, destruiu todos os habitantes e cidades, ficaram com o gado e os objetos de valor. Neste território existiam gigantes: Ogue o Rei Basã era descendente dos refains, media o seu leito de ferro, 4 metros de cumprimento e 1,80 de largura. Nessa conquista tomaram o território de Gileade ao leste do Jordão, que foram destinados para Rúbens, Gade e a meia tribo de Manassés. Mas com a condição de que deveriam unir-se ao resto do povo para conquistar Canaã. Moisés motivou Josué para que ele não temesse as nações, o Senhor concederia as mesmas vitórias para conquistar a terra. Moisés rogou ao Senhor para que entrasse na terra, mas o Senhor não o autorizou, por causa da irritação com ele e com o povo. Mandou que subisse no monte Pisga e olhasse a terra. O Senhor ordenou que animasse a Josué, pois seria o novo líder para conquista da terra.

Cap 4 – Moisés exortou o povo a observar cuidadosamente as leis e preceitos do Senhor, pois deste modo seriam reconhecidos pelos outros povos como uma grande nação e com Deus pessoal. Moisés recordou-lhes que não esquecessem tudo o que tinham vivido no Monte Sinai quando receberam os 10 Mandamentos. Moisés advertiu o povo para que não fizessem imagens para idolatrá-las, pois, no Monte Sinai não viram nenhuma imagem, mas apenas escutaram a voz do Senhor. Apesar disso, Moisés profetizou que o povo depois de estabelecer na terra cometeria idolatria e seriam destruídos e dispersos entre as demais nações. Mas se arrependerem sinceramente, receberiam a graça e o perdão divino. Moisés designou 3 cidades de refúgio: Bezer, Ramote e Golã, a leste do rio Jordão, para todo aquele que matasse acidentalmente.

Cap 5 – Moisés se lembrou da aliança no monte Sinai, quando o Senhor apareceu em densas trevas no fogo, transmitiu os dez mandamentos, escreveu em duas tábuas de pedras e entregou para Moisés. Esta aliança é feita agora com o povo de Israel que estava vivo, tendo como finalidade em obedecer fielmente os mandamentos de Deus. Ainda Moisés lembrou que o povo chegou até ele, pois, ficaram com medo, respeitando o Senhor, pelo fato, que ouviram a sua voz e não morreram. Pediram que Moisés estivesse como seu mediador, tudo que o Senhor ordenasse, logo, cumpririam. O Senhor deixou claro que o povo fizessem tudo que mandou, seriam abençoados e prolongaria sua vida na terra que possuíram.

Cap 6 – O Senhor Deus ensinou mandamentos, estatutos e juízes que seriam praticados na posse da terra, a fim de que tudo fosse bem e dias prolongados para Israel, ainda instrução desse conhecimento nas gerações futuras. O credo de fé que o Senhor é o único Deus, não há outro. O mandamento de amar o Senhor em todas as esferas da vida. Ensinar os filhos em todos os instantes às palavras que estariam nos seus corações. A promessa que foi jurada aos patriarcas, quando tomassem posse da terra, que tinham cidades, poços de água, fartura em cereais, frutas e minerais. Não esquecessem que todo esse benefício foi feito pelo o Senhor. Somente deveriam temer ao Senhor, jurar pelo seu nome, não podia coloca-lo em prova como foi em Massá. Os inimigos seriam destruídos, não deveriam seguir outros deuses, a fim de que não deixasse o Senhor irritado e fosse contra eles para destruí-los. Tudo isso, para preservá-los contra a conduta de desobediência a palavra do Senhor.

Cap 7 – Advertências orientadas quando o povo tomou posse da terra. O Senhor lançou 7 nações mais fortes que Israel, por isso, ordenou que destruíssem a todas, os seus altares, ídolos, não houvesse alianças com eles, e não houvesse matrimônios entres eles. A permanência desses povos seria um laço que faria Israel pecar contra o Senhor. O Senhor escolheu Israel, não pelo seu tamanho, ou afeição, o Senhor os amou. Porém, o Senhor é fiel à aliança, castiga como pai, guarda aliança em milhares de gerações. A obediência a sua palavra o povo seria abençoado em todos os aspectos: nos alimentos, na saúde, na proteção, na fertilidade, os inimigos derrotados e a paz. Porém, servir outros deuses, a idolatria eram coisas abomináveis aos olhos do Senhor. Quaisquer ídolos de ouro e de prata deveriam ser destruídos e não podia tê-los em casa.

Cap 8 – Israel não podia esquecer o que aconteceu na caminhada do Egito para terra prometida. Tudo que sucedeu durante 40 anos foi para prová-los, humilhá-los, para saber o que estava nos seus corações. Porém, o Senhor sustentou com maná, não inchou os pés e nem roupa acabou. Ao entrar na terra para possuí-la, já teria todas as coisas que necessitassem abundantemente, com tudo que era do melhor. Por isso, quando tivesse multiplicação, fartura, as riquezas, não poderia esquecer que não foi pela sua própria capacidade e força, mas que era o Senhor que deu poder para adquirir todas essas coisas. Portanto, seria imperdoável afastar do Senhor e seguissem outros deuses, consequentemente, seriam destruídos como outros povos.

Cap 9 – A conquista da terra de Canaã foi ocasionada pelo Senhor, as outras nações eram mais fortes, cidades armadas e descendentes de gigantes. Em razão disso, o povo não podia achar que foi pelos seus méritos, mas, foi pela justiça de Deus contra as maldades dos outros povos. O povo era teimoso, a caminhada no deserto revelou o seu caráter. Moisés lembrou que durante 40 dias recebeu as duas tábuas da aliança no Horebe, mas, o Senhor irou contra o povo, por causa da fabricação do bezerro de ouro, propôs destruir todos e fazer de Moisés um povo. Moisés quebrou duas tábuas, destruiu o bezerro de ouro, dissolveu e lançou no ribeiro. Orou ao Senhor que ouviu e aplacou sua ira, e também para Arão. A teimosia de Israel permaneceu em vários momentos: Taberá, em Massá, Quibrote-Ataavá e Cardes- Barneia.

Cap 10 – Moisés subiu ao monte outra vez, levou consigo duas tábuas de pedra, que o Senhor escreveu os 10 mandamentos e ordenou fazer uma arca de madeira para colocá-las. Na saída Beerote-Bene-Jaacã a Moserá Arão morreu e sucedeu Eliezer como sumo sacerdote. Em Jotbatá o Senhor separou a tribo de Levi para levar a arca diante do povo e seria abençoado em seu nome. A tribo de Levi foi herança do Senhor e não tiveram possessão da terra. O Senhor falou que o povo o temesse, o amasse, andasse no seu caminho e não servisse outros deuses. Guardasse os seus mandamentos e estatutos. O Senhor é dono de todo o universo, mas afeiçoou a Israel para amá-los e escolheu dentre todos os povos. Por isso, circuncidem no coração e não sejam teimosos. O Senhor é Deus e Senhor sobre todos, não aceita suborno, não faz acepção, faz justiça com as viúvas, órfãos e ama os estrangeiros dando pão e vestes. Israel deveria amar os estrangeiros, pois, foram estrangeiros no Egito. A peregrinação foram 70 almas e agora subiram do Egito se tornaram como estrelas no céu.

Cap 11 – Amar o Senhor é obedecer aos seus mandamentos, estatutos e juízes. Os feitos da libertação de Israel do Egito, o juízo sobre os rebeldes, são manifestações que não podem ser esquecidas da parte do Senhor. A obediência às palavras do Senhor legitimava a conquista da terra, as bênçãos materiais, a qual o Senhor prometeu aos patriarcas. A chuva abundante sobre a fidelidade do povo ao Senhor, se por acaso, seguissem outros deuses não haveria a chuva. A repetição da observância de toda alma, coração e ensinada para outras gerações. A possessão territorial seria do Líbano até o rio Eufrates. Houve a proposta da benção e maldição para Israel, à obediência gerava benção, a maldição gerava desobediência ao Senhor. No monte Gerezim foi anunciado à benção, no monte Ebal anunciado à maldição.

Cap 12 – O Senhor ordenou destruir todos os objetos, lugares, templos pagãos quando Israel entrasse para possuir a terra. O Senhor escolheria um lugar entre as tribos para colocar o tabernáculo e fazer todo o serviço santo. As tribos levariam as suas ofertas, dízimos, primícias neste lugar para cultuar o Senhor. O levita não podia ser desamparado e cuidado materialmente. A prosperidade sobre Israel, onde o comer um animal seria permitido e não podia comer com o sangue. O Senhor advertiu não praticar os costumes pagãos, pois até pelo fogo passavam os seus filhos aos seus deuses.

Cap 13 – Existe advertência contra o falso profeta e falso sonhador, a sentença que o Senhor ordenou sobre tal prática é a morte pelo apedrejamento. A profecia era validada pelo sinal ou milagre, porém, se sua essência se baseava em adorar outro deus, seria uma prova para saber se o povo amava o Senhor, o temia e ainda a gratidão pelo regaste do Egito. A sentença da morte era executada sem piedade, independentemente do vínculo afetivo e familiar, a aniquilação desse mal era para que não houvesse tal prática. Existe a sentença de morte a fio de espada a todos os filhos de Belial (Maldade, vil), que incitavam o povo para adorar outros deuses, com toda a prática de objetos amaldiçoados. Não podia ficar com nenhuma abominação adquirida (anátema), todas as coisas eram destruídas pelo fogo.

Cap 14 – Israel sendo filhos do Senhor foi advertido a não praticar costumes dos outros povos. Como se cortar pelos mortos com aliança de invocação, não usar cabelos calvos como sacerdotes. Até mesmo a alimentação era diferenciada, para distinguir o que é limpo e imundo, santo e abominável, a fim de que todos os povos reconhecessem que eram escolhidos pelo Senhor como o seu povo próprio e santo. As características de um animal limpo são: ter os cascos completamente fendidos e ser ruminante. Os peixes que tem barbatanas e escamas são limpos. Aves que são carniceiras são proibidas e os répteis que voam. O animal morto não se come, pode dar o estrangeiro e vender ao estranho. Proibido era cozinhar o cabrito no leite da sua mãe, por isso, o judeu não ingere leite com carne. Os dízimos eram recolhidos anualmente de toda a colheita. O Senhor ordenou que fosse até a tribo escolhida, no templo, e comesse o dízimo desse dízimo. Se fosse longe para chegar, vendia e tomasse o dinheiro, então ao chegar, podia comprar o que quiser para comê-lo com a família, para se alegrar diante do Senhor, porém, o levita não podia ser desemparado. Houve um dízimo trianual que ficavam em suas cidades, a fim de que o levita, estrangeiro, órfão e viúva comessem, para que o Senhor lhes abençoassem em tudo que fizessem.

Cap 15 – As dívidas dos irmãos israelitas eram perdoadas em cada 7 anos. O Senhor propôs que houvesse oportunidade para todos; a nação de Israel emprestaria para outros povos e não tomaria emprestado. Se houvesse o pobre não poderia ter um sentimento mesquinho ou de Belial, o coração não pode ser ambicioso, deveria ajuda-lo, pois, nunca deixaria de ter os pobres. O irmão e a irmã hebreia que foram vendidos, quando libertados, não sairiam sem nada, como foram escravos no Egito e Senhor libertou, então, a mesma benevolência com eles, pois trabalharam pela metade do salário de jornaleiro. Se por acaso quiserem ficar pelo amor ao seu dono, furava a orelha e colocava uma argola na orelha como posse para sempre. Os primogênitos do rebanho são santificados para o Senhor. Anualmente, comeriam diante do Senhor, no lugar escolhido. Se tiver algum defeito não sacrificava ao Senhor. Mas, podiam comer em sua casa, não com o sangue, derramava na terra com água.

Cap 16 – Três festas que o povo subia para Jerusalém, nenhum homem podia vir com as mãos vazias, por motivo comemorava o ciclo agrícola, onde todos se reuniam para se alegrar diante do Senhor. Os juízes foram instituídos em cada cidade para julgar com imparcialidade, justiça, sem acepção de pessoas e suborno. A justiça do Senhor que faria herdar e permanecer na terra. Nenhuma forma de adoração a outros deuses, como bosque e estátua, o Senhor aborrece.

Cap 17 – (v1): Animais imperfeitos eram inaceitáveis para sacrifício. (vs2-7): A idolatria a outros deuses, o sol, a lua, e as estrelas era uma violação da Aliança e conduta má diante do Senhor. Então, havia a investigação, e por meio de duas testemunhas era condenado para a morte, era proibido sentenciar por uma testemunha. (vs8-13): No caso dos assuntos difíceis que não foram resolvidos pelo o juiz local, os casos eram levados para a instância superior em Jerusalém, onde os sacerdotes levitas e o juiz julgavam. Após a decisão, se a pessoa se tornasse arrogante e não cumprisse o que foi acordado, sua punição era morte, a fim de que eliminasse esse mal em Israel. Tendo em vista que o povo temesse e não agisse igual. (vs14-20): A escolha de um rei para Israel era feito pelo Senhor, não era estrangeiro, não voltaria para o Egito, não teria muitas mulheres para seduzi-lo e enganá-lo. Sua obrigação era ler uma cópia da lei diariamente para obedecer, servir bem ao povo e a sua descendência permaneceria no reinado.

Cap 18 – (vs1-8): Os sacerdotes e os levitas não possuem herança na terra. Em virtude disso, o Senhor ordenou por meio das ofertas, primícias, uma parte para seu sustento e ainda pelos dízimos. O serviço de qualquer outro levita que subisse para Jerusalém era igualado para receber como outros que estavam em serviço. (vs9-14): A ordem foi não aprender as práticas abomináveis do povo Cananeu. Sacrificavam filhos, buscavam poderes ocultos: necromantes, adivinhos, prognosticadores, agoureiros e feiticeiros, mágicos e encantadores. Perfeito seria como o Senhor, se obedecesse a essa ordem. (vs15-19): Moisés profetizou sobre outro profeta como ele, ou seja, o messias (Cristo Jesus). O povo não queria ouvir a voz e nem ver o fogo como foi no Monte Sinai. Esse profeta vai falar as palavras do Senhor, o povo deve obedecê-lo, quem não fizer lhe pedirás conta. (vs20-22): O falso profeta fala mentirosamente em nome do Senhor e conduz para servir outros deuses, sua sentença era a morte. A profecia do Senhor será realizada, porém, se não acontecer, foi atrevimento do profeta, por isso, não tenha medo dele.

Cap 19 – (vs1-13): Ordenou que fizesse três cidades refúgios no meio da terra que possuiriam. Tendo o caminho bem preparado para fugir para lá. O objetivo era preservar o homicida que acidentalmente matou o seu próximo. Por exemplo: dois homens cortando lenha no bosque, logo, com o impulso de uma machado salta o ferro e matou outro companheiro. Por isso, deveria correr a fim de que não morresse, pois, o vingador do sangue tem direito de mata-lo. Porém, o homicida premeditado se fugisse para a cidade, seria exposto, voltaria para executado. (v14): O limite da terra não podia ser alterado. (vs15-21): O julgamento da sentença de morte era aprovado por duas testemunhas. Existia uma verificação a fim de que uma vítima não fosse sentenciada injustamente, mas, se provado que era falso testemunho, morreriam aqueles que acusaram, a fim de que o povo temesse e não praticassem essa atitude. A lei era olho por olho, dente por dente, mão por mão e pé por pé.

Cap 20 – Na estratégia de guerra, o sacerdote ia à frente, dizia para que o povo não temesse. Os oficiais dispensavam homens recém-casados, aqueles que plantaram a vinha e não desfrutaram; aquele que é noivo e não casou; os medrosos que seriam exemplos negativos. Havia negociação de paz, sendo que toda a nação seria poupada e serviriam como vassalos. Se não concordasse todos os homens seriam mortos, mulheres e crianças poupadas e despojos divididos. Não enquadrariam para o povo cananeu, apenas nações longes. As árvores frutíferas não deveriam ser arrancadas no sítio de guerra.

Cap 21 – (vs1-9): Existia um ritual com uma novilha que nunca trabalhou, no campo virgem, no ribeiro das águas. Realizado pelos anciões diante dos sacerdotes, a fim de que o sangue do morto cujo assassino desconhecido, fosse perdoada no meio do povo. (vs10-14): Se o israelita gostasse de uma prisioneira de guerra e levasse para casa. Ela no seu luto de um mês chorava pelos pais, e depois casava. Se não agradasse dela, deixaria ir embora, sem vender e maltratá-la, pois já a tinha humilhado. (vs15-17): O primogênito recebe a herança dobrada, se o marido tiver duas mulheres, uma delas é a favorita, porém, o seu filho não é o primogênito, não poderia favorecê-lo. (vs18-21): O filho teimoso e rebelde que não aceita correção dos pais, levava para os anciões, pois a sentença era morte pelo apedrejamento. (vs22-23): O pecador condenado à morte e pendurado no madeiro, o seu corpo era retirado e enterrado no mesmo dia, pois, o que for pendurado era maldito de Deus, a terra não podia ser contaminada.

Cap 22 – (vs1-4): Era proibida a falta de ajuda para o seu próximo, e tomar posse alheia de qualquer coisa, como animais e vestes. Se encontrasse restituiria e guardasse até que alguém procurasse. (vs5:11): A conduta homossexual é condenável. O ninho encontrado, o princípio é de preservação, a mãe é livre ou filhotes podem ser tomados. A casa nova era feito um parapeito para evitar morte. Proibido a mistura, semear sementes juntas, arar no mesmo jugo com touro e jumento, vestir com linho e estofo. (v12): O manto tinha quatro franjas nos cantos. (vs13-30): Quando o homem casou e começa denegrir sua esposa dizendo que não era virgem. A prova que está com os pais é o lençol da noite, provado a mentira do marido, paga 100 siclos de prata e ficava casada para sempre. Mas se provado, a mulher era apedrejada por tal ato em sua mocidade. Adultério era punido com morte de apedrejamento. A moça desposada quando era abusada, se gritasse morreria somente o agressor, mas se consentisse os dois. Uma moça virgem abusada, o homem pagava o dote e casava. Não podia ter relação com as mulheres do pai.

Cap 23 – (vs1-8): Estavam excluídos da assembleia do Senhor os castrados, os defeituosos dos testículos e os bastardos. Os amonitas e os moabitas até a 10º geração. Não odeie o edomita e o egípcio, a 3º geração poderia fazer parte da assembleia. (vs9-14): No acampamento de guerra os soldados devem se manter puros, não contaminar com coisas más, na polução noturna se banhava, as fezes eram enterradas, pois, o Senhor caminhava no seu meio em santidade. (vs15-20): O escravo fugiu por mau trato, deixe viver em qualquer lugar da cidade tranquilo. O salário de sodomita e prostituição cultual era proibido. O empréstimo com juros era para o estrangeiro, sem juros para os israelitas. (vs21-25): Os votos não eram obrigados a serem feitos, mas se votou tinha obrigação de cumpri-los para não permanecerem em pecado. A vinha, a seara estava livre para comer, porém, não podia levar e nem danificá-la.

Cap 24 (vs1-4): A carta de divórcio acontecia no momento que o marido achava coisa indecente na esposa, estava livre para casar novamente, porém, não podia voltar para o primeiro marido que divorciou. (vs5-21): A dispensa de um ano de serviço militar para o homem recém-casado para a felicidade conjugal. O penhor de mós era proibido, para não ocasionar a fome. O sequestro e a venda de alguém, a pessoa que cometeu morreria. O leproso seguiria as instruções dos sacerdotes, para evitar qualquer castigo como aconteceu com Mirian. Quando o penhor fosse uma capa para um pobre, o credor entregava a noite para se aquecer, e nem entrava na casa para constranger o endividado. Não era aceito a exploração do trabalhador diário e pobre, seja o natural ou estrangeiro, o salário era pago no dia, a fim de que o Senhor não imputasse pecado para o patrão. A morte é o resultado do pecado de cada pessoa, por isso, pais ou filhos não podem substituir outro da sua pena. O direito do órfão, estrangeiro e viúva não poderiam ser esquecidos. A colheita madura quando colhesse, ficou um feixe para trás, não retornaria, mas deixaria para órfão, estrangeiro e viúva. As frutas caídas do chão, os cantos da colheita, tudo era deixado para o sustento.

Cap 25 (vs1-3): No julgamento entre irmãos, aquele que for condenado e merecer açoites seriam conforme a sua culpa, mas o permitido era até quarenta chicotadas para não ser mais humilhado. (v4): O boi que trabalhava, não podia deixar de ser alimentado. (vs5-10): O homem morreu e sem filhos, o seu irmão casaria com a cunhada, o primeiro filho seria herdeiro para que o seu nome não deixasse de existir em Israel. No caso se o cunhado negasse, os dois se apresentariam diante os anciões, ela cuspiria no rosto e descalçaria as sandálias dos pés, a partir daquele momento a família do cunhado seria reconhecida como: “A casa do descalçado”. (vs11-12): Numa briga entre dois homens, se a esposa quer ajudar o marido, logo pega no membro do outro, a ordem era cortar a sua mão, não tendo piedade dela. (vs13-16): As medidas de negociar devem ser iguais, como na bolsa e na casa, o Senhor detesta injustiça e quem é justo prolonga o seu tempo na terra. (vs17-19): Os amalequitas atacaram Israel traiçoeiramente e não temeram a Deus. Por isso, o Senhor ordenou que fosse destruído completamente.

Cap 26 (vs1-11): As primícias dos frutos eram levadas para onde o Senhor escolhesse para colocar o seu Nome (templo Jerusalém). Num cesto era apresentado ao sacerdote, pelo fato que recebeu a herança prometida aos patriarcas. A recordação que Jacó peregrinou para o Egito, passou as gerações, o sofrimento e a escravidão, houve um clamor ao Senhor que os livrou com sinais, pródigos e mão forte, e estavam na terra que mana leite e mel. Alegria com os familiares, com levita e estrangeiro por causa desse bem. (vs12-15): O dízimo trienal era dado para os levitas, órfão, viúva e estrangeiro para o seu sustento nas cidades. O mandamento foi ordenado diretamente ao Senhor, apesar de que era direcionado para pessoas. Por isso, que a prática não era para comer no luto, ou fora da cidade e entregar ao morto. O dízimo era santo, consagrado ao Senhor. Assim, as bênçãos eram derramadas nas colheitas de Israel. (vs16-19): A obediência ao Senhor por meio dos mandamentos, estatutos e leis, que validava a aliança. Esta aliança foi baseada para a nação, ou seja, o Senhor abençoaria com glória, fama, e separaria para ser uma propriedade exclusiva entre todos os outros povos.

Cap 27– (vs1-10): Moisés e os anciões falaram para todo o povo obedecer aos mandamentos. Quando possuíssem a terra, após passar o Jordão, erguessem pedras pintadas de cal, onde escreveriam a lei, a fim de que se tornassem testemunhas da aliança com o Senhor no monte Ebal. Foi feito um altar de pedras onde não usaram ferramentas nelas, o objetivo foi oferecer holocausto e oferta pacífica. Comeram e se alegraram, celebraram propósito que Israel se tornou o povo do Senhor, e ainda obrigação de ouvir a sua voz, guardar sua lei e estatuto. (vs11-26): Os dois montes, com as tribos de Israel divididos em seis em cada um, Gerezim[Simeão, Levi, Judá, Issacar, José e Benjamim] e Ebal [Rúben, Gade, Aser, Zebulom, Dã e Naftali], serão símbolos de benção e maldição, cujos levitas proclamariam em alta voz e povo confirmariam dizendo: Amém[Deus rei é fiel]. Maldições: Idolatra e fabricante; o filho que despreza os pais; o desonesto que altera a herança da terra; obstáculo para o cego; o injusto com estrangeiro, órfão e viúva; o enteado que tem relação sexual com a madrasta, a relação sexual com animal, a relação sexual com a irmã e com a sogra; o que ferir próximo no oculto; o que aceita suborno e mata o inocente; aquele que não confirmasse e fizesse as palavras desta lei.

Cap 28 – (vs1-14): Ouvir a voz de Deus, e guardar os seus mandamentos tornaria Israel a maior nação. As bênçãos viriam em consequência dessa obediência ao Senhor. Na cidade e no campo; no ventre, na colheita, na criação, na terra, no rebanho; o cesto e amassadeira; entrada e saída; os inimigos derrotados; nos celeiros, em tudo que colocar as mãos e na herança da terra; povo santo do Senhor quando guardar o mandamento e andar no seu caminho; as nações temeriam porque o nome do Senhor Israel era chamado; abundância de bens, da vida do ventre, dos animais, dos frutos; a chuva é um bom tesouro do céu, derrama no tempo para abundância da obra da terra; emprestava e não tomava emprestado para as nações; era cabeça e não cauda, por cima e não por baixo. Advertência era não desviar dos mandamentos, para direita ou esquerda e seguir outros deuses para serem abençoados. (vs15-44): Não ouvir a voz de Deus e não guardar os seus mandamentos as maldições alcançariam: pobreza, doença, falta de chuva, peste, humilhação, derrota dos seus afazeres, estado deplorável, escravidão, sequidão, morte de animais, colheitas miseráveis, loucura, roubo dos seus bens e das suas colheitas, esposa e filhas tomadas por outros, o escárnio de outros povos e levado para o cativeiro, o estrangeiro seria o maior e Israel menor, se tornaria cauda e estrangeiro cabeça e o emprestaria. (vs45-68): O Senhor tem aliança com Israel, o povo peculiar entre as outras nações, fundamentada pela lei, a desobediência, a falta de relacionamento produz consequências dos seus atos. O castigo é cair nas mãos do inimigo e serem escravos, sofrerem todos os males, a fim de que se arrependam, convertam para serem libertados e retornarem ao Senhor. A profecia sobre uma nação como águia que seria o seu algoz, historicamente Babilônia ou Roma. O cerco de dor, humilhação, destruição completa, fome, doença e atrocidades. Além disso, houve dois cativeiros no reino do Norte em 722 a.C pelos Assírios e 583 a.C pelos Babilônicos.

Cap 29 – (vs1-8): Na terra de Moabe convocou Moisés todo povo para confirmar aliança. Lembrou-os dos feitos extraordinários do Senhor para libertá-los do Egito, o cuidado sobrenatural durante 40 anos no deserto. A falta de entendimento para entender quem era o Senhor. Na vitória sobre os dois reis: Seom e Ogue, com efeito, esta terra foi dada em herança para Rubenitas, Gaditas e a meia tribo dos manassitas. (vs 9-21): A prosperidade do povo se baseava no guardar a lei e cumpri-la. Todo povo numa reunião solene, cujo fundamento foi à benção ou a maldição, de acordo com a promessa feita aos antepassados, que não somente seria com aquela geração, mas também com as futuras. Advertência foi que não repetisse o erro de servir outros deuses e praticasse suas abominações, pois, acreditaria que podia invocar as bênçãos, mas seria castigado com as maldições escritas na lei. (vs 22-29): A destruição da terra seria testemunhada por todos. O castigo seria por meio das pragas, do enxofre e o sal, das doenças, da improdutividade da terra. Os povos indagaram a causa, mas a resposta porque quebraram aliança com o Senhor, optaram em servir deuses estranhos. (v29): Pertence o Senhor as coisas escondidas, as reveladas (Lei) para o povo e sua descendência para cumpri-las.

Cap 30 – (vs1-14): O povo de Israel está espalhado por muitas nações, este sofrimento é ocasionado para corrigi-los, pelo fato da desobediência à lei e a quebra da sua aliança. Logo, se arrependesse e convertesse de todo o coração, o Senhor vai novamente reuni-los na terra como nação, a fim de que possam usufruir as bênçãos concernentes na lei. Os inimigos seriam feridos e corrigidos com as maldições da lei. A circuncisão de coração, ou seja, entender a lei na sua mente. A obediência à palavra (Lei) produz as bênçãos, então, precisava ouvir a voz de Deus, voltando de todo o coração e ainda de alma. Os mandamentos não são escondidos e nem distantes para realiza-los; não está nos céus, o além do mar, para quem alguém fosse nestes locais para ensiná-los, mas palavra está na boca e no coração para fazeres (Rm 10:8-10) (vs15-20): A proposta da vida e o bem, morte e o mal, indica o livre arbítrio. Ou seja, obedecer ao Senhor é a benção; desobedecer ao Senhor e seguir outros deuses é maldição. As testemunhas são os céus e a terra, a escolha definiria o futuro de Israel em suas gerações para paz e dias longos.

Cap 31 – (vs1-8): Moisés tinha 120 anos e falou que não entraria na terra. Mas, o Senhor vai a frente para vencer os inimigos e Josué seria o novo líder. Logo, incentivou-os a não ter medo, serem fortes, animados e o Senhor não desampará-los. (vs9-13): A cada 7 anos a lei era lida pelos sacerdotes na festa de tabernáculo, no templo em Jerusalém, a fim de que todos temessem ao Senhor em suas gerações. (vs14-23): Moisés chamou Josué e entraram na tenda da congregação, apareceu o Senhor na coluna de fumaça, passou orientações a Josué que seria o novo líder. Porém, falou da rebelião do povo, após recebessem a promessa da terra e fossem abençoados. O Senhor vai julgá-los na terra com os males na lei. Moisés incentivou a Josué nesse novo encargo, nas dificuldades na liderança. (vs24-29): Terminou o inscrito do livro da lei e entregue aos sacerdotes, que colocaram junto da arca para testemunha, da futura rebelião e a dureza de coração do povo de Israel, pois, após a sua morte o povo se corromperia e quebraria a aliança (v30): O cântico de Moisés que seria para lembrança de Israel dos seus pecados e ainda da aliança do Senhor.

Cap 32– (vs1-47): Os céus e a terra foram testemunhas, o ensinamento é como chuva para trazer vida, lembrando que o Senhor é a rocha, com obras perfeitas, justas, não comete erros, apesar da insensatez e ignorância do povo, da geração que se corrompeu, Ele é o seu criador. O passado recorda como o Senhor fez a divisão dos povos pelos filhos de Israel, escolheu Jacó como povo e sua herança. Buscou-o, cuidando como a águia, que os alimentou, os protegeu, onde retirou para ser levado não por nenhum deus estrangeiro, colocou em um lugar fértil e não mais inóspito. Jesurum (integro) é aplicável a Israel, pois se esqueceram do Senhor, após todo o cuidado e prosperidade, rejeitou o Senhor com deuses estrangeiros e seus ídolos, sacrificaram a demônios e provocaram a sua ira. O Senhor retribuiu com o juízo pela rejeição e o ciúme que provocaram essa geração. Logo, abandonou-os e enviou a peste, o mal, a fome, os animais ferozes e a morte, por meio do inimigo que vai subjugá-los, até que apagasse o seu nome sobre a face da terra. Para que o inimigo não se ensoberbecesse, e não se comparasse melhor que o Senhor, por motivo que venceram Israel. Mas, que entendesse que o Senhor é o que corrige, usa quem quer e determina o seu meio de vingança. Por isso, não deixaria de compadecer novamente dos servos. O juízo será retribuído às nações que buscam nos seus deuses inúteis e falsos, a fim de que o Senhor se mostre único e não há outro. (v43): Fala-nos do triunfo final do Senhor sobre as nações para fazer o julgamento do sangue dos seus servos e perdão dos pecados pela terra de Israel e o seu povo (Igreja). Moisés veio com Josué, logo, recitou todas as palavras e advertiu que guardasse no coração e obedecesse fielmente à lei, não seria inútil, mas vida, para que tome posse da terra e prolongue seus dias. (vs48-52): Moisés subiu ao monte Nebo, olhou a terra de Canaã a distância, não entrará pelo fato das águas de Meribá, que não santificaram o Senhor, Arão já tinha morrido.

Cap 33 – Moisés abençoou todas as tribos de Israel antes da sua morte. O Senhor veio de Sinai, resplandeceu sobre Israel, com milhares dos seus santos, o qual como rei sobre todos, deu a Lei para a congregação de Jacó, que todos estavam seguros aos seus pés e foram instruídos. As tribos receberam bênçãos materiais em sua localização. Israel é bem aventurado, pois, o Senhor é Deus pessoal que tem uma relação que cuida e abençoa acima das outras nações.

Cap 34 – Moisés subiu ao monte Nebo, avistou toda a região que Israel herdaria, o qual o Senhor prometeu aos seus antepassados. Então, morreu na terra de Moabe conforme a palavra do Senhor. O próprio Senhor sepultou em um vale perto de Baal Peor, o qual ninguém soube a localização do seu sepulcro. Morreu com 120 anos com vigor e saúde. Houve um pranto de 30 dias pela morte de Moisés. Josué cheio do Espírito de sabedoria, pois Moisés colocou as mãos sobre ele, em razão disso, a autoridade foi transferido para Josué, o povo obedecia-o conforme o Senhor tinha ordenado por Moisés. Não pareceu nenhum profeta como Moisés que falava face a face com o Senhor e ainda que manifestasse tantos sinais, prodígios e maravilhas aos olhos de Israel.

Pr. Roberto Soares

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